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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 267

A notícia dos gêmeos se espalhou pela fazenda como vento bom em tarde quente, e quando a noite caiu, a casa parecia vibrar sozinha. As luzes da varanda estavam acesas, a lareira rugia com força dentro da sala, e o cheiro de pão de mel recém-assado preenchia cada canto como um abraço doce.

Lila caminhava até o sofá como quem flutua. Usava apenas uma camisa larga de Taylor, que batia no meio das coxas, e meias de bichinhos com orelhinhas que balançavam quando ela andava. Um espetáculo que deixou Taylor com um olhar derretido e orgulhoso.

Mas antes que ele pudesse se aproximar, Catarina agarrou a cunhada pelos ombros e puxou-a para o sofá, como se estivesse apresentando uma princesa real.

— Aqui, minha grávida favorita — anunciou. — Sente nesse trono que é meu, mas hoje é seu. Mexe essa camisa linda e vem aqui.

Lila riu e se jogou nos braços dela. Catarina imediatamente levantou a camisa e colocou a mão na barriga minúscula.

— OI, SOBRINHOS! — disse usando uma voz fininha. — Eu sou a titia Cat! Vão se preparando porque eu vou estragar vocês todinhos! Todinhos!

Lila gargalhou.

— Cat… eles têm o tamanho de um feijão.

— Feijão cresce — rebateu Catarina, séria. — E quando crescer, já quero deixar claro que eu vou comprar roupinhas de princesa para menina e roupinhas de cowboy pra ele.

Lila arregalou os olhos, emocionada.

— Princesa?

— Claro! — Catarina ergueu o queixo. — Minha sobrinha vai usar laços, vestidos, sapatilhas e tiaras. Tiaras. Várias. Vai parecer uma Barbie que fugiu da caixa.

— E o menino? — Lila perguntou, rindo.

— Ah, o menino… — ela sorriu, apertando a barriga de Lila. — Vai ser um cowboy lindo, bronzeado, com aquele chapéuzinho infantil… igual ao pai, mas em versão miniatura. Perigo puro. Meu Deus… as meninas da escola vão cair tudo. Vão esbarrar propositalmente, fingir queda.

Lila riu tão forte que precisou encostar a cabeça no ombro da cunhada.

Maria, que estava tirando a primeira fornada de pão de mel, virou-se e declarou:

— Eu digo uma coisa: essas crianças já são amadas. E mimadas. Isso é que dá felicidade pra vida.

Dona Emília, sogra de Catarina, ajudava na cozinha e completou:

— E se vierem com desejos estranhos igual a mãe… vamos fazer tudo. Até açougue eu abro de madrugada se precisar.

Catarina apontou para a senhora:

— Tá vendo, Lila? Seus filhos vão ter tudo. Até açougue 24h emocional.

Lila chorou de rir.

Enquanto isso, do lado de fora, a festa masculina estava ainda mais barulhenta.

A lua iluminava o terreiro, e Taylor, Maurício e dois peões, Jones e Clayton, estavam sentados em cadeiras de madeira, com uma garrafa de cachaça de Dona Emília circulando de mão em mão. A fogueira queimava suave, iluminando os rostos sorridentes deles.

Taylor, já mais solto do que de costume, deu um gole e levantou a garrafa.

— Um menino! — gritou, sorrindo largo. — Vocês têm noção? Um menino, rapazes! Um peãozinho! O meu peãozinho!

Jones bateu palmas como se tivesse ganho um prêmio.

— Patrão, esse menino vai ser forte que nem o senhor. Vai montar cavalo com três meses!

— Três meses? — Maurício tossiu. — Vai quebrar a espinha, Jones.

Clayton cutucou Maurício:

— Ah, você não sabe nada de bebê. O menino do patrão vai ser um furacão.

— Vai ser não… — Taylor riu. — Ele VAI SER o dobro de mim. Vai arrasar corações. As meninas vão tudo sofrer por ele.

Jones e Clayton assobiaram.

Maurício ergueu as sobrancelhas.

— Ihhh, olha aí o pai todo orgulhoso.

Taylor deu um tapa no próprio peito.

— É meu filho, porra! É claro que vai ser bonito! Vai ser charmoso! Vai ser…

Jones ergueu o dedo.

— E a menina, patrão?

Taylor parou. O sorriso sumiu instantaneamente. A expressão dele fechou como porta de celeiro batendo com vento forte.

— A menina… — falou devagar. — A minha princesa…

Clayton, já rindo antes da fala, perguntou:

— Ela vai arrasar corações também, né?

Taylor encarou o grupo como um touro prestes a derrubar a cerca.

— A minha menina não vai namorar. — disse com a maior seriedade do mundo. — Nunca.

Jones gargalhou tão alto que espantou duas galinhas que passavam.

— Patrão, isso aí o senhor não controla.

— Controlo sim — Taylor rebateu. — Ela vai ficar dentro de casa até os trinta anos. Com grades. E senha. E câmera.

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