Lila Montgomery
O olhar dele desceu de novo, devagar, e parou na minha boca, devorando-a visualmente, como se já a provasse. Por um instante, o tempo ficou suspenso, o som do riacho, o ar, tudo. Só o olhar dele me prendendo ali, entre a vontade e o limite, com o corpo latejando e o desejo escorrendo pelas coxas.
Taylor respirou fundo, um som rouco e controlado à força, os músculos do peito se contraindo sob o toque dos meus seios. Mas algo quebrou dentro dele, vi nos olhos escurecidos, no tremor sutil das suas mãos. Com um grunhido primal, ele me puxou para si, com os lábios colidindo nos meus em um beijo feroz, devorador, sua língua invadia minha boca como uma conquista impiedosa. O gosto dele era salgado de suor, misturado ao cheiro de terra e couro, e eu me derreti contra ele, as unhas cravando em suas costas, sentindo a pele quente e úmida sob a camisa aberta.
— Lila… você me enlouquece — murmurou contra meus lábios, enquanto suas mãos desciam pelas minhas curvas com urgência possessiva, arrancando o vestido fino como se fosse papel, expondo minha pele nua ao ar fresco da noite. Os seios livres, pesados de desejo, roçaram no peito dele, os mamilos endurecidos traçaram linhas de fogo na sua pele bronzeada. Ele os capturou com as mãos grandes e calejadas, apertando com uma pressão que misturava dor e prazer, os polegares circulando os bicos sensíveis, me fazendo arquear e gemer alto, deixando o som ecoar pelo riacho como um chamado selvagem.
Eu o empurrei contra a margem gramada, e com minhas mãos desabotoei sua calça jeans com fome voraz, libertando o seu membro rígido, grosso, pulsante, que saltou para fora, quente na minha palma. Acaricie-o devagar no início, sentindo-o inchar ainda mais, o pré-gozo escorrendo viscoso pelos meus dedos, lubrificando a fricção que o fazia rosnar como um animal no cio.
— Lila… arriégua mulher, você vai me matar…
— Quero você dentro de mim… agora — sussurrei rouca, mordendo seu lábio inferior, com o corpo tremendo de expectativa.
Ele não esperou mais. Com um movimento brutal e fluído, me ergueu pelas coxas, me fazendo enrolar as pernas na sua cintura musculosa enquanto me pressionava contra uma árvore próxima, fazendo a casca áspera arranhar minhas costas nuas.
Sem demora, Taylor entrou em mim de uma vez, fundo e implacável, esticando-me até o limite, preenchendo cada centímetro vazio com um calor vulcânico que me arrancou um grito de êxtase.
— Deus… você é tão apertada, tão molhada pra mim — grunhiu enquanto seus quadris batiam nos meus com ritmo selvagem, cada estocada enviava ondas sísmicas de prazer pelo meu corpo, meu clitóris inchado roçava no quadril dele a cada investida, me deixando ainda mais louca.

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