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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 252

Lila Montgomery

Enquanto cavalgava rumo ao horizonte, com o coração batendo no ritmo selvagem do galope, o vento chicoteando meus cabelos e o corpo em chamas, eu só pensava em uma coisa: não há distância, nem tempo, nem noite capaz de apagar o fogo devastador que nasce de um olhar como o dele, um fogo que nos consumiria juntos, em uma explosão de prazer e rendição absoluta.

Luna galopava com fúria, os cascos martelando a terra seca como ecos do meu desejo pulsante, cada batida enviando vibrações que subiam pelas minhas pernas, se concentrando no centro do meu ser, me deixando ainda mais excitada, úmida e impaciente.

Parei Luna a uma distância provocadora, desmontando com pernas trêmulas, o vestido colando na pele suada, revelando curvas que eu sabia que o enlouqueciam. O ar entre nós parecia inexistir, o cheiro do riacho misturando-se ao de suor, couro e masculinidade crua que me fazia salivar.

Ele estava ali.

De pé, de frente pra mim, como um predador à espreita.

Taylor segurava as rédeas de Diablo com uma das mãos firmes, e quando me viu emergir da poeira, o sorriso dele se acendeu devagar, aquele sorriso preguiçoso, firme, malicioso, que sempre parecia saber exatamente como me desmontar, como me deixar latejando de desejo só com uma curva nos lábios.

O olhar dele desceu pelo meu corpo num movimento lento, descarado, faminto, traçando cada linha do vestido úmido que grudava nos seios, nas coxas, como se estivesse me despindo ali mesmo, com os olhos. Eu senti o ar sumir do peito, os mamilos endurecendo dolorosamente contra o tecido, um calor líquido se espalhando entre minhas pernas.

— Veio atrás de mim? — perguntou, com a voz rouca, arrastada, como um ronronar que vibrava direto no meu ventre.

— Alguém precisava te lembrar que você tem um corpo para satisfazer. — respondi, tentando soar firme, mas a minha própria voz saiu mais baixa, mais quente, rouca de tesão, como se cada palavra fosse uma carícia proibida.

Ele soltou as rédeas com um gesto deliberado, se aproximando um passo, o corpo se movendo como uma onda de poder contido, os músculos das coxas flexionando sob o jeans apertado, acentuando o volume que eu ansiava sentir pressionado contra mim.

— E eu achei que tinha vindo porque estava com saudade…

— Não deixa de ser. — rebati, mordendo o lábio, sentindo o gosto de sal e desejo.

O canto da boca dele se ergueu em um sorriso predatório, e ele deu mais um passo, me forçando a recuar instintivamente, não por medo, mas porque o corpo inteiro reagia antes da mente, tremendo com ondas de excitação que me deixavam fraca, molhada, pronta para me render.

Taylor parou perto o bastante pra que eu sentisse o calor irradiando dele como um forno, o cheiro dele me envolvendo como uma droga, o peso do silêncio pulsando entre nós como um coração compartilhado. Seu peito subia e descia, o suor escorrendo em trilhas que eu queria traçar com a língua.

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