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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 247

Taylor arregalou os olhos divertido enquanto Lila já subia em cima dele completamente nua.

— Arriégua mulher eita fogo gostoso. Desse jeito, vai ser nosso filho saindo do spa e eu colocando outro aí dentro.

Lila gargalhou e os cabelos loiros caíram sobre seu colo de maneira hipnotizante. Taylor segurou a cintura de Lila com cuidado se sentando e sussurrou:

— Filho, vai dormir um pouquinho que papai e mamãe vão se amar.

Lila mordeu o lábio inferior, fechando os olhos, e um brilho safado surgiu neles. Taylor revirou os olhos, um meio-sorriso torto, mas já sentia o sangue correr quente só de olhar pra ela, toda nua, com a pele dourada pela luz do abajur, com os seios empinados, os mamilos rosados eriçados, a cintura fina, quadris largos, a barriga ainda lisa, mas carregando o segredo deles.

— Você é impossível. — ele murmurou, com a voz rouca, enquanto ela se erguia de joelhos sobre ele, lenta, como uma pantera.

— E você adora.. — ela respondeu, baixinho, descendo a mão até membro dele, já duro, pulsando, quente. Os dedos dela o envolveram, apertando de leve, subindo e descendo uma vez, duas, só pra sentir ele tremer.

— Own princesa não para….

Taylor gemeu, jogando cabeça caindo para trás, fechando os olhos por um segundo.

— Lila…

— Shh — ela mandou, guiando a cabeça dele até a entrada dela molhada, escorregadia, escorregadia, pronta. — Agora eu mando.

Ela desceu devagar centímetro por centímetro. Sentindo ele abrir caminho, preenchendo, esticando, queimando. Os dois gemeram juntos quando ela sentou até o fundo, e os quadris se encaixaram perfeitos nos dele. Lila parou, só pra sentir ele latejar dentro dela, pra ver o rosto dele se contorcer de prazer.

— Meu Deus… — ele sussurrou, com as mãos subindo pelas costas dela, agarrando, puxando-a mais pra perto.

Ela começou a se mover lentamente. Rebolando em círculos, depois subindo e descendo, devagar, de maneira torturante. Os seios balançavam na frente do rosto dele, os mamilos roçando o peito dele. Taylor tentou beijar, mas ela se afastou, rindo baixinho.

— Ainda não.

Ela acelerou. Colocando as mãos nos ombros dele, cravando as unhas, o som molhado, quente, dos corpos se chocando, ecoavam pelo quarto. Taylor gemeu alto, com os olhos fixos nela, na boca entreaberta, no cabelo loiro voando, no corpo dela se movendo como se fosse feito pra isso.

— Você é… perfeita — ele conseguiu dizer, com a voz falha.

Lila se inclinou, beijou a boca dele, mordendo o lábio dele. Depois desceu pelo pescoço, chupando, marcando. Ele tentou virar, tomar o controle, mas ela empurrou ele de volta, firme.

— Eu disse que mando.

E mandou. Acelerou mais, rebolando fundo, apertando em volta dele, sentindo ele crescer, pulsar, implorar. Taylor agarrou os quadris dela, cravando os dedos e gemendo o nome dela como uma prece.

— Lila… eu vou…

— Ainda não — ela sussurrou, parando de repente, só pra descer fundo e moer, lento, torturante. Ele gemeu, desesperado, revirando os olhos.

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