Com esse pensamento, Saulo fixou os olhos como um falcão na enorme árvore do outro lado. Kylen e sua mulher estavam escondidos ali atrás.
Em termos de velocidade de saque e disparo, o oponente era Kylen; poucos no mundo podiam se equiparar a ele.
Mas a oportunidade de encurralar Kylen temporariamente naquele local era rara.
O plano original do Sr. Soares era sequestrar Alícia e enviar a Kylen um órgão dela por dia, apenas para torturá-lo psicologicamente.
No entanto, o Sr. Soares havia mudado de ideia. Sua paciência para o jogo de gato e rato havia acabado.
O Sr. Soares precisava se vingar do tiro que levara no primeiro dia do Ano Novo.
Atrás do tronco, logo após dizer para Alícia ficar escondida, Kylen moveu-se com agilidade e rapidez para trás de outra árvore próxima.
Ele ergueu a arma e disparou subitamente em uma direção oposta da floresta.
Bang!
A bala rasgou o ar, atravessando os fios finos de chuva.
Gotas de água respingaram.
O som do tiro foi abafado pelos estrondos ao redor.
Saulo apertou com os dentes o pano amarrado sobre a ferida no braço.
Bem naquele momento, dois dos subordinados de Gustavo se aproximaram.
— Vinicius.
— Vocês vão pela esquerda e pela direita, eu vou pelo meio. Vamos cercar o Kylen.
Quase imediatamente após o tiro de Kylen, Saulo e os dois homens correram na direção onde ele se escondia.
Debaixo da chuva torrencial, Saulo não tirou os olhos da árvore e fez um sinal com a mão.
Os três avançaram simultaneamente e abriram fogo ao mesmo tempo!
Bang!
Bang!
Bang!
Mas a área atrás da árvore estava vazia. Não havia o menor sinal de Kylen!
Ele havia escapado!


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