No lugar mais perto do seu filho.
Ele se aproximou, agachou-se diante dela e, em seguida, sentou-se lentamente. Passou o braço pelos ombros dela, deixando-a se apoiar nele.
Não se sabe quanto tempo se passou até que Alícia acordou num sobressalto: — Meu bebê!
Seus ombros ficaram tensos de repente. Ela ergueu os olhos e o pânico em seu olhar transpareceu sem reservas para Kylen. Ele franziu a testa e a puxou um pouco mais para si.
— O bebê está bem, ele só está descansando.
A voz grave dele acalmou gradualmente o coração de Alícia, que batia descompassado por ter acordado de um pesadelo.
Alícia olhou para o relógio digital na parede; ela já havia dormido por três horas.
Ela virou o rosto e olhou para a mão de Kylen descansando sobre seu ombro.
Como ele sabia que ela estaria ali?
E o mais surpreendente era que ele não havia aproveitado o fato de ela estar dormindo para levá-la de volta ao quarto.
Em silêncio, ela tentou afastar a mão dele e disse com uma voz neutra: — Vou voltar para o quarto.
No entanto, Kylen a segurou firme e não a soltou. Com o outro braço, ele a ergueu do chão, carregando-a no colo.
Sentindo a resistência silenciosa dela, Kylen apenas apertou os braços ao seu redor e sussurrou: — Eu te levo para o quarto.
Ela havia adormecido ali, e ele apenas ficou ao seu lado cuidando dela, sem desrespeitar a sua vontade.
Mas agora que ela queria voltar para o quarto, ele não queria deixá-la caminhar sozinha.
Embora estivesse ferido, os passos de Kylen permaneciam firmes e constantes, sem deixar que Alícia sentisse o menor balanço.
No caminho de volta, nenhum dos dois disse uma palavra.

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