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Adeus, Meu Ontem! romance Capítulo 173

Hélder, bloqueado por Vinicius, não teve escolha a não ser ver Kylen levar a pessoa embora.

Hélder rangeu os dentes, encarando Vinicius.

Ele com certeza faria esse Vinicius pagar caro. Cedo ou tarde, pediria ao irmão J para dar um jeito nele!

O carro entrou no Jardim Sombrio.

Dona Maisa, ao ver Alícia doente daquele jeito, ficou com o coração apertado.

— Como ela ficou com essa febre toda?

Kylen olhou para ela.

Ela imediatamente baixou o tom de voz:

— O médico da família já chegou.

Quando a agulha do soro foi inserida na mão de Alícia, ela franziu a testa e abriu os olhos lentamente.

O frasco de soro acima balançou algumas vezes, deixando-a ainda mais tonta. Ao virar a cabeça, viu o homem de aura fria parado ao lado da cama.

Ela falou com uma voz fraca e autodepreciativa:

— Hélder, você não precisa usar a máscara do Kylen para me agradar... eu não estou nem um pouco feliz...

— Senhora, a senhora está delirando mesmo. O Hélder não está aqui. — Dona Maisa segurou a outra mão dela.

Ela tinha tomado um antitérmico dado por Kylen e agora a febre começava a baixar, fazendo sua testa suar. Dona Maisa limpava o suor delicadamente com um lenço.

Ao ver Dona Maisa, Alícia finalmente conseguiu distinguir o ambiente ao redor.

Um quarto clássico e elegante.

Era o Jardim Sombrio.

E não era o quarto onde ela dormia antes; era o quarto de Kylen.

No ar, havia uma mistura suave de cheiro de remédio e cedro. O nariz de Alícia ardeu, e ela virou o rosto, sem olhar para ninguém.

Ouviu-se um barulho de movimento atrás dela, alguém andando, e depois o som da porta se fechando.

Alícia pensou em tomar o remédio depois que o soro acabasse, mas não esperava que Kylen a levantasse e a apoiasse contra seu peito.

Na noite anterior, ela não tinha usado sutiã para dormir. Achando que estava ligando para Hélder, ela se esforçou para sair da cama e colocar o sutiã depois da ligação.

Agora, o sutiã estava frouxo.

Ela não sabia se o fecho tinha se soltado porque ela se mexeu demais ou se alguém o havia desabotoado para ela.

Usando um pijama fino e com o sutiã solto, o contorno de seus seios ficava bem evidente.

Quando ela ia estender a mão para puxar o cobertor, outra mão foi mais rápida, pegou a ponta do cobertor e cobriu o peito dela.

Nesse momento, o celular de Kylen, deixado na mesa de cabeceira, tocou.

Alícia viu imediatamente quem chamava: era Yolanda.

Seu corpo suado sentiu como se um vento frio penetrasse na pele. Alícia apertou os lábios secos.

— Eu sei tomar remédio sozinha.

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