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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 340

POV: MOON

— Deixa eu te ver — murmurou na minha pele.

Quatro.

Abriu a blusa. Os lábios dele tocaram meu ombro, quentes, e desceram pela clavícula enquanto ele puxava o tecido pelos meus braços. A peça escorregou até os pulsos. Tirei. Joguei para o lado.

O ar-condicionado bateu na pele descoberta. O sutiã era bege, simples. Senti um pouco de vergonha. Os olhos dele desceram devagar e o calor subiu nas minhas bochechas na hora.

— Perfeitinha demais.

A língua dele passou no lábio de baixo.

A boca dele cobriu a minha. Os lábios firmes, o gosto dele enchendo a boca. Depois desceu para o queixo. Depois para o pescoço. Depois para o ombro nu, devagar, a barba curta raspando a pele. Fechei os dedos na camisa dele. A respiração saiu quebrada contra a boca dele.

— Você não faz ideia do que você faz comigo quando entra aqui — falou contra a minha clavícula. — Essa saia. Esse salto. Essa cara de quem veio trabalhar.

— Eu vim trabalhar.

— Eu sei. E isso me dá mais tesão ainda.

Soltei uma risada ofegante. A cabeça caiu para o lado e o pescoço ficou mais exposto sem eu ter planejado isso.

— Você que mandou me chamar.

— E agora você está aqui. E eu vou te foder.

Os lábios dele voltaram aos meus, mais lentos, mais molhados. A língua dele entrou na minha boca e eu respondi na hora, com força, as pernas apertando a cintura dele, o corpo puxando ele para mais perto. A madeira fria da mesa contrastava com o calor entre a gente. Lá fora, o andar seguia. Aqui dentro eu estava em cima da mesa do meu diretor, de sutiã, os lábios colados nos dele.

A boca dele se afastou. Fiquei ofegante, a testa encostada na dele, os lábios inchados. Os olhos escuros estavam perto demais. A pergunta saiu baixa, sem jeito.

— Bom… você vai tirar minha virgindade aqui?

O Christian parou.

Não se afastou. O polegar ficou na minha cintura. A respiração dele ainda vinha pesada. O olhar desceu da minha boca para o meu peito e voltou.

— Não. Não vai ser aqui. Não vai ser em cima da minha mesa, no meio do expediente, com a Cecília do lado de fora.

O estômago apertou. Alívio e decepção, os dois ao mesmo tempo.

Ele segurou meu queixo. O polegar no meu lábio.

— Eu vou fazer o que a gente já fez antes. Um caminho já descoberto.

O ar sumiu.

O corpo lembrou na hora. A pressão. O ardor. O jeito que ele tinha mandado eu respirar. O jeito que eu tinha gozado mesmo assim. O calor subiu do pescoço até as orelhas.

Os lábios dele cobriram os meus de novo.

Devagar. Fundo. A língua dele tomou a minha boca e um som baixo ficou preso na garganta. As mãos subiram para o pescoço dele, puxando, pedindo mais sem eu ter coragem de falar.

A mão grande foi nas minhas costas, achou o fecho do sutiã e abriu. Um estalo curto. As alças escorregaram pelos ombros. Ele puxou o tecido para baixo e meus peitos ficaram no ar frio da sala, os bicos rígidos. Tive vontade de cobrir. Não cobri.

— Porra, Moon…

A palma dele cobriu o meu seio inteiro. Apertou. O polegar passou na ponta, devagar, e meus quadris se moveram sozinhos em cima da mesa. Ele fez de novo, mais firme, rolando o mamilo entre o polegar e o indicador. A boca desceu no outro.

O ar frio da sala bateu onde eu estava mais quente. Meus quadris se moveram sozinhos. Os lábios dele se afastaram dos meus só o bastante para ele olhar para baixo, para o tecido puxado, para mim aberta em cima da mesa dele.

Ele deu um passo para trás.

As mãos grandes pegaram a barra da saia.

— Levanta.

Levantei a bunda da madeira. Puxei a saia para cima com as duas mãos. O tecido subiu pelas coxas, passou pela cintura e parou ali, enrolado, fora do caminho. Fiquei exposta da cintura para baixo, de sutiã nenhum, de salto, sentada na mesa de mogno do meu diretor.

Ele puxou a calcinha pelas minhas pernas.

O tecido molhado desceu pelos joelhos, pelos tornozelos, pelos saltos. Ele tirou. A calcinha caiu no carpete, perto dos papéis que ele tinha jogado no chão.

O Christian se ajoelhou na frente da mesa.

Entre as minhas pernas. Os ombros largos ocuparam o espaço inteiro. A camisa social ainda aberta no peito moreno, o pescoço grosso, a cabeça dele bem na altura da minha buceta. Ele segurou minhas coxas com as duas mãos e abriu mais. Eu vi o olhar dele de baixo. Escuro. Faminto.

A boca dele encostou em mim.

Quente. Direta. A língua passou no meio, devagar, e um som saiu da minha garganta antes que eu pudesse prender. Os dedos dele apertaram a parte de dentro das minhas coxas. A língua voltou, mais firme, subindo até o clitóris, e eu mordi o lábio de baixo com força.

— Christian…

Ele soltou um som contra mim, satisfeito, e chupou. Devagar. A língua girando. O nariz dele encostado na pele. Um dedo grosso deslizou para baixo e entrou em mim com uma facilidade vergonhosa. Eu estava tão molhada que ele não precisou forçar. O dedo foi até a junta, abriu, e a boca dele não parou.

— Porra, Moon — falou contra a minha buceta, a voz grossa, a respiração quente. — Muito molhada. Muito molhada mesmo.

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