Entrar Via

A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 248

POV/ SENHOR C

Ergui a minha palma direita e dei um tapa firme na nádega farta dela, fazendo o som estalar alto no quarto e a carne estremecer e avermelhar na hora sob o impacto do meu toque.

— Você vai aguentar. Vai aguentar até eu me satisfazer — ordenei com a voz grave, a autoridade cortando qualquer tentativa de manha ou recuo.

Segurei a cintura dela com mais força, cravando os meus dedos na sua pele para impedir que ela se movesse um milímetro. Inclinei o meu quadril para a frente e afundei o meu pau de uma vez só, vencendo a resistência final e entrando até a base da minha virilha.

O corpo dela cedeu um pouco para baixo com a força da investida e com o peso do impacto, mas reagi no mesmo instante, ajustando a minha pegada nos seus ossos do quadril e puxando a bunda dela de volta para o alto, mantendo o meu membro cravado por inteiro dentro do seu corpo.

Enquanto ela agunizava.

A Moon ficou completamente imóvel por alguns segundos, travada sobre o colchão. A respiração dela saía pesada, entrecortada e ruidosa contra o travesseiro enquanto a minha extensão preenchia cada milímetro do seu espaço interno, queimando e esticando a sua carne no limite da capacidade dela.

— AII.. Isso doi... — ela clamou.

— Se você ficar quieta, vai se acostumar melhor — murmurei, mantendo a pressão constante da minha virilha colada na bunda dela, dando tempo para os músculos dela relaxarem ao redor da minha espessura.

Deslizei a minha mão livre pelas costas nuas dela, subindo pelos ombros arrepiados até alcançar a sua nuca. Enrolei os meus dedos nos fios macios do seu cabelo loiro, puxando com uma firmeza medida para erguer o seu rosto do travesseiro e expor o seu pescoço.

— Ai... é tão grande... tão grosso — ela soltou em um fio de voz falhado, manhosa e vulnerável, me permitindo sentir o tremor leve que passava pelas suas pernas. — Nossa... acho que não vou nem conseguir sentar amanhã.

Inclinei o meu tronco sobre as costas nuas dela, colando o meu peito na pele quente, levantei a mascara e deixei beijos lentos, profundos e quentes na curva do seu ombro e na pele arrepiada da sua coluna, descendo os meus lábios passo a passo até a dobra da sua cintura.

— Essa é a intenção, amora — respondi com um riso baixo contra a pele dela, sentindo a carne do seu quadril finalmente ceder à pressão e começar a abraçar a minha espessura com um calor absurdo.

Puxei a cabeça dela ligeiramente para trás pelo cabelo, obrigando a Moon a soltar o ar pela boca enquanto a minha mão livre descia para massagear a lateral do seu quadril.

A pele dela estava em carne viva de tesão e sensibilidade, e cada respiração que ela soltava no colchão fazia os seus músculos apertarem ainda mais o meu pênis lá dentro. Passei a ponta da minha língua pela curva da orelha dela, sentindo os pequenos arrepios se espalharem pelos seus braços esticados.

— Olha como você me recebe bem quando para de teimar — murmurei bem perto da orelha dela, mantendo o quadril colado ao dela, sentindo a pulsação quente dentro do corpo da garota responder ao meu toque possessivo.

A garota começou a gritar ainda mais alto, o som do seu desespero e do seu tesão preenchendo cada canto do espaço fechado. O arfar estridente dela ressoava no meu peito. Pensei comigo mesmo que ainda bem que não tínhamos ido para um quarto de hotel comum na cidade.

Se estivéssemos em um hotel normal, os hóspedes dos quartos vizinhos ou a recepção com certeza achariam que eu estava matando a garota, de tão altos e agudos que eram os seus gritos.

Acelerei o bombeamento, cravando estocadas secas, ritmadas e profundas. A musculatura do ânus dela apertava a minha haste com uma força surreal, espremendo a minha carne a cada investida que eu dava.

A sensação era tão absurda que um pensamento direto cruzou a minha mente: se a porta de trás da Moon era desse jeito, gostosa, apertada e quente a ponto de me enlouquecer, a buceta virgem dela iria me fazer perder o juízo por completo.

Eu teria que casar com essa garota.

Não existia outra opção no mundo. Lembrei de quando eu ainda era apenas um garoto e já gostava dela, um tempo distante em que a minha mente nem sequer pensava em sexo ou em desejos carnais.

Naquela época, o que eu sentia era apenas carinho por aquela menininha.

Sentir a textura da pele dela agora, depois de tudo o que enfrentei, me dava a certeza de que tinha valido a pena cada batalha para voltar ao Brasil e reivindicar o meu lugar ao lado dela.

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário