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A Morte Também É Renascimento romance Capítulo 355

— Não entende língua de gente? Tudo bem, eu te ensino.

Jefferson curvou os lábios e fez outro sinal para o guarda-costas.

O segurança caminhou até a cama.

Arrancou Amadeu de lá e o jogou no chão.

Sem dizer uma palavra, começou uma sessão de socos e chutes.

Amadeu não tinha como revidar.

Só podia proteger a cabeça, gritando de dor a cada golpe.

— Socorro! Socorro! Vocês estão me batendo sem motivo, não existe lei aqui? Sr. Nogueira, Eduardo, me ajude!

Eduardo viu a cena, mas permaneceu imóvel.

Sua testa estava franzida.

Amadeu era de fato seu amigo.

Mas Eduardo conhecia seu primo Jefferson.

Ele nunca agia sem ter certeza.

Amadeu foi espancado até ficar com o rosto inchado e o corpo convulsionando.

Só então o segurança o levantou do chão.

— Onde está Ivânia? — Jefferson acendeu um cigarro e perguntou, encarando-o.

— Eu... eu não sei. — Amadeu continuou balançando a cabeça, com olhar confuso. — Depois que o Eduardo saiu para telefonar, eu e a Srta. Paiva ficamos conversando sobre o roteiro. De repente, senti minha cabeça pesada e não lembro de mais nada.

Jefferson ouviu e deu um peteleco nas cinzas do cigarro com seus dedos longos.

— Realmente, um bico duro até o fim.

Jefferson continuou, a voz gelada.

— O jantar acabou e foi você quem trouxe a Ivânia para cá. Este restaurante está no seu nome. O incenso na sala foi aceso por você. O desaparecimento da Ivânia tem a sua sombra em cada passo. E você ainda me diz que não sabe? Acha que sou idiota?

Jefferson suspirou a fumaça.

— Boca dura assim... parece que apanhou pouco.

Ele fez outro sinal para o segurança.

O guarda-costas assentiu e empurrou Amadeu de volta para a cama.

Desta vez, não usou os punhos.

Pegou uma faca de frutas que estava na bandeja sobre a mesa.

Com um golpe seco, cravou a faca diretamente no ombro de Amadeu.

— Ah! — Amadeu soltou um uivo de agonia.

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