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A Morte Também É Renascimento romance Capítulo 213

Graciele também entrou em pânico ao ver Sérgio sendo preso.

— Papai, papai! — Ela gritou com os olhos vermelhos, agarrando firmemente a mão de Sérgio, tentando impedir que os policiais o levassem.

Realmente parecia uma cena comovente de amor entre pai e filha.

— Srta. Torres, por favor, não obstrua a justiça, ou teremos que levá-la para a delegacia também. — O policial advertiu Graciele com severidade.

— Não toquem nela! — Sérgio gritou, e como estava algemado, só podia usar o corpo para proteger Graciele.

— Graciele, não tenha medo, nada vai acontecer comigo. Viva bem com Henrique e obedeça sua mãe.

Depois de consolar a chorosa Graciele, Sérgio virou-se para Yasmin, falando como se estivesse se despedindo.

— Yasmin, cuide bem de Graciele para mim. Com a família Castilho por perto, mesmo que algo me aconteça, ninguém ousará intimidar vocês duas.

Yasmin já estava pálida de medo e assentia a tudo que Sérgio dizia.

Mas Hugo não aguentou mais.

Embora não soubesse exatamente o que Sérgio havia feito, mesmo em um momento de crise, a única preocupação dele era Graciele, aquela filha ilegítima.

E ainda queria que a família Castilho protegesse a bastarda dele com sua amante.

Era ridículo.

Hugo, com os olhos injetados de raiva, correu e puxou sua mãe para o lado.

Yasmin cambaleou, quase caindo, mas seus olhos ainda estavam fixos em Sérgio.

— Hugo, por que eles estão prendendo seu pai? Eles devem ter se enganado. Rápido, procure alguém, encontre alguém para salvá-lo!

Hugo agiu como se não a ouvisse, encarando Sérgio com fúria e gritando.

— Pedir para sua esposa cuidar da sua filha ilegítima? Você tem coragem de dizer isso. E ainda quer que a família do vovô proteja a bastarda que você teve com sua amante? Que audácia a sua!

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