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A Glória da Ex-Esposa romance Capítulo 1320

O coração de Sófia falhou uma batida, e ela assentiu: "Sim, por quê?"

"O resultado do check-up do Diretor Pacheco saiu."

A voz do Dr. Tavares era muito baixa. "A situação não é otimista. Sua condição física está muito pior do que prevíamos. Devido às longas noites em claro e ao excesso de trabalho, recomendamos que ele seja internado imediatamente para tratamento, mas ele..."

O Dr. Tavares suspirou e continuou: "Ele se recusou."

"Srta. Lopes, o Diretor Pacheco... ele está com algum problema?"

"Se ele continuar assim, seu corpo vai entrar em colapso."

"Você é a pessoa mais próxima dele, precisa convencê-lo."

"Diga a ele para não se esforçar tanto. Dinheiro não é tudo, a saúde é o mais importante."

A mente de Sófia zumbiu, como se tivesse sido atingida por um martelo pesado.

Ela se lembrou da aparência de Gregório nos últimos tempos: ele sempre parecia muito cansado, as olheiras sob seus olhos cada vez mais escuras, e às vezes, durante as refeições, ele franzia a testa inconscientemente.

Ela pensava que era apenas por causa do trabalho intenso, mas não imaginava que a situação fosse tão grave.

"Eu entendi, obrigada, Dr. Tavares."

A voz de Sófia tremia um pouco.

O Dr. Tavares olhou para seu rosto pálido e deu um tapinha em seu ombro: "Convença-o bem."

"Não espere até que seja tarde demais para se arrepender."

Depois que o Dr. Tavares se foi, Sófia ficou parada no mesmo lugar por um longo tempo.

Seu coração parecia obstruído por algo, uma sensação sufocante.

Depois de um tempo, a porta da emergência se abriu.

O médico saiu e balançou a cabeça para Sófia: "O paciente não tem nada grave, apenas bebeu demais e está com um pouco de hipoglicemia."

"Ele vai ficar bem depois de descansar um pouco."

Sófia sentiu um alívio, mas logo uma onda de raiva a dominou.

Ela entrou na sala de emergência e viu Regis sentado na cama, comendo uma maçã às escondidas.

Ao vê-la entrar, ele largou a maçã imediatamente e começou a gemer de novo.

A voz de Sófia era gélida: "Pare de fingir, o médico disse que você não está doente."

O rosto de Regis empalideceu, e ele não ousou dizer mais nada.

Sófia pegou o celular e discou um número.

Logo, a voz de um homem soou do outro lado da linha: "Alô, Diretora Lopes."

"Diretor Nunes," a voz de Sófia era calma e impassível, "a dívida de jogo que Regis tem com você, eu pago."

"Mas com uma condição."

O Diretor Nunes do outro lado da linha ficou surpreso por um momento, depois riu: "Diretora Lopes, pode dizer."

"De agora em diante, não empreste mais dinheiro a ele e não o importune mais."

O olhar de Sófia pousou em Regis. "Vou transferir o dinheiro para a sua conta."

"Mas, se eu ouvir falar que você teve qualquer envolvimento com ele novamente, farei com que seu cassino não possa mais funcionar."

O Diretor Nunes ficou em silêncio por um momento do outro lado da linha, depois riu: "Claro, se a Diretora Lopes diz, eu naturalmente confio."

Depois de desligar, Sófia olhou para Regis e disse friamente: "O dinheiro, eu paguei por você."

"Desta casa, você tem que sair hoje. De agora em diante, cuide-se."

Ela se lembrou das palavras do Dr. Tavares, da aparência cansada de Gregório, e sentiu uma dor no coração.

Ela se levantou, foi para a cozinha e preparou uma sopa para curar a ressaca.

Fez também alguns dos seus pratos favoritos e os arrumou na mesa de jantar.

Então, ela se sentou na sala de estar, esperando por ele.

O tempo passava, minuto a minuto.

Os pratos na mesa esfriaram.

A sopa na panela também perdeu o calor.

Sófia, recostada no sofá, adormeceu sem perceber.

Em seu sonho, ela viu Gregório deitado em uma cama de hospital, com o rosto pálido.

Ela tentou segurar sua mão, mas não conseguia alcançá-la.

Não sabia quanto tempo havia passado quando foi despertada pelo som da porta se abrindo.

Ela abriu os olhos bruscamente e viu Gregório entrando cambaleante no hall.

Seu rosto estava pálido, seus olhos injetados de sangue, parecendo exausto ao extremo.

O coração de Sófia se apertou violentamente.

Ela se levantou, caminhou rapidamente até ele e amparou seu corpo vacilante: "Gregório, quanto você bebeu?"

Gregório ergueu a cabeça e, ao vê-la, seus olhos turvos clarearam instantaneamente.

Ele sorriu, abraçando-a, sua voz rouca e terna: "Eu voltei..."

Seu abraço era quente, e o cheiro de álcool invadiu o ar—

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