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Sete Anos de Espera, Um Adeus Sem Volta romance Capítulo 944

No entanto, o olhar de Mariah era visivelmente carregado de hostilidade.

Até o ponto em que, quando Rebeca entrou, ela se inclinou propositalmente em direção a Israel.

Aproveitando a deixa, Israel levantou-se e disse que ia sair para fumar.

Mariah foi logo atrás dele, claramente com a intenção de correr atrás do marido.

Alguém perguntou em tom de fofoca: — Qual é a situação deles afinal? Se divorciaram mesmo ou não?

Uma das amigas que acompanhava Mariah respondeu de forma presunçosa: — É só um joguinho entre marido e mulher, vocês não entendem. Tem casal que se trata com respeito formal, e tem casal que vive brigando.

Dizendo isso, ela fez uma pausa proposital, lançou um olhar de esguelha para Rebeca e continuou: — A relação deles é ótima, não espalhem boatos por aí, para não dar esperanças a quem não deve.

A indireta foi tão óbvia que fez Rebeca franzir a testa involuntariamente.

Rui de repente levou um chute por baixo da mesa.

Ele logo se manifestou, perguntando à mulher que havia falado: — Desculpe, não me lembro de tê-la convidado para minha festa de aniversário. Você não entrou no lugar errado?

A expressão da mulher congelou, mas ela forçou um sorriso constrangido e explicou: — Vim acompanhando a Mariah.

— Eu também não convidei a Mariah.

Com isso, a mulher não conseguiu nem forçar o sorriso de constrangimento.

Mas a cara de pau dela falava mais alto.

— Já que estou aqui, considere como alguém a mais para animar a festa. O Sr. Rui não vai mandar os convidados embora, vai?

Todos ali eram pessoas civilizadas, e ela achou que Rui não seria indelicado a esse ponto.

Pena que ela se enganou.

Se ela não tivesse dito aquelas palavras instantes atrás, Rui até teria mantido a civilidade.

Mas ela fez questão de ofender Rebeca.

Então, não podia culpá-lo por ser insensível.

— Você acertou em cheio. A porta é por ali, tenha uma boa viagem de volta.

A mulher ficou com o rosto vermelho como um pimentão e, por fim, foi embora a contragosto.

— Presidente Ribeiro, sente-se aqui, é bem espaçoso. — Rui agiu com segundas intenções, acomodando Rebeca e Samuel lado a lado.

Ele torcia para que aqueles dois fizessem as pazes o quanto antes.

Afinal, se Rebeca estivesse bem, Samuel ficaria bem.

E com Samuel bem, a vida de todos ali melhoraria.

Mas como Rui era o aniversariante e insistiu na brincadeira, os outros só podiam concordar.

A regra era girar uma garrafa: a pessoa para a qual o fundo apontasse faria uma pergunta àquela apontada pelo gargalo.

O alvo poderia escolher responder a verdade ou aceitar beber como punição.

Rebeca estava prestes a dizer "divirtam-se, tenho um compromisso e já vou indo".

— Samuel, Rebeca, venham jogar também! Quanto mais gente, melhor! — Rui os chamou com entusiasmo.

— Se todo mundo for jogar e vocês não, o que vão fazer? Bater papo a sós?

Rebeca: "..."

Era melhor jogar, então.

Com ela participando, Samuel aproveitou para entrar na brincadeira também.

Na primeira rodada, foi Samuel quem caiu na berlinda.

Quem ia perguntar era Rui, que disparou: — Qual foi a coisa mais ousada que você já fez?

(call back, pessoal, ajudem o Samuel a responder essa)

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