Franciele acordou depois de um longo sono.
Lá fora, o céu já estava escuro.
Ela estava morrendo de fome.
Ainda na cama, pediu comida por aplicativo e depois se levantou para se lavar.
Quando saiu do banheiro, a campainha tocou de repente.
O entregador já tinha chegado?
Franciele caminhou hesitante até a porta e a abriu.
Do lado de fora, a primeira coisa que viu foi uma figura alta e elegante.
O homem vestia um terno preto impecável.
Seus olhos escuros e profundos estavam fixos nela.
O coração de Franciele falhou uma batida naquele instante.
O que ele estava fazendo ali?
Seu reflexo imediato foi tentar fechar a porta.
Mas o homem foi mais rápido e estendeu o braço.
Conseguiu impedir que ela fechasse.
Sem saída, Franciele só pôde deixá-lo entrar.
Nelson fechou a porta e a encurralou contra a parede do hall de entrada.
— Como você me achou aqui?
Franciele piscou, confusa.
Nem Givaldo sabia que ela tinha se mudado para ali.
Muito menos a família Duarte, já que ela havia mantido tudo em segredo.
Como ele tinha descoberto?
O rosto bonito de Nelson escureceu.
Com os olhos cravados nela, disse:
— Para encontrar uma certa mulher que se aproveitou de mim e fugiu, é óbvio que eu tive que usar os meus recursos.
Se aproveitou?
Franciele quase se engasgou de indignação.
— Quando foi que eu me aproveitei de você? — retrucou, sem conseguir se conter.
Nelson se aproximou de repente.
A respiração quente dele bateu nas bochechas delicadas dela.
— Ontem à noite você me usou até não poder mais e fugiu logo de manhã. Se isso não é tirar proveito, então é o quê?
Franciele ficou sem palavras.
Quase não tinha como rebater aquilo.
Mas, por instinto, ainda tentou se defender:

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