Givaldo quase pulou de ansiedade.
— O quê? Como você se atreve... — Aumentar o preço de repente?
Franciele encontrou o olhar dele sem recuar:
— Eu me atrevo, e daí?
Originalmente, ela não planejava usar aquilo para chantageá-lo.
Mas Givaldo havia passado dos limites.
Momentos antes, por causa de Eliana, ele quase a estrangulou até a morte.
Agora, ela estava apenas pedindo mais quinze milhões como compensação, não era pedir demais, certo?
Givaldo a encarou com olhos furiosos:
— Você!
Ela devia saber que ele era apenas o filho ilegítimo da família Cordeiro.
De onde ele tiraria tanto dinheiro?
Por que ela precisava dificultar as coisas para ele naquele momento?
Franciele demonstrou impaciência:
— Você vai aceitar ou não? Se não aceitar este acordo, o pior que pode acontecer é não nos divorciarmos.
As palavras que Givaldo dissera antes já haviam exposto sua determinação urgente de se divorciar.
A princípio, Franciele também queria muito o divórcio.
Ao ver que Givaldo queria se separar ainda mais do que ela, ela acabou se sentindo aliviada.
E aproveitou a oportunidade para pressioná-lo.
Givaldo rangeu os dentes:
— Vinte e cinco milhões. O máximo que posso te dar são vinte e cinco milhões.
Franciele revirou os olhos, sem palavras.
Ele achava que estava pechinchando na feira livre?
Como ele ousava negociar o preço com ela?
Franciele deu uma risada fria:
— Vinte e cinco milhões está bem. No entanto, só prometo manter o nosso divórcio em segredo por um ano. Depois de um ano, quer você consiga se tornar o herdeiro da família Cordeiro ou não, não terá nada a ver comigo! Eu nunca mais farei nada para te ajudar como a Sra. Cordeiro!
Já que ele queria pechinchar, ela aproveitaria para exigir o prazo de um ano.
Para evitar que, no futuro, Givaldo a obrigasse indefinidamente a manter o divórcio em segredo.
Givaldo estreitou os olhos:
— Você quer tanto assim tornar o nosso divórcio público?
Franciele respondeu sem hesitar:
— Sim!

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