O rosto de Gustavo estava lívido:
— Eu vou com você!
Ele caminhou a passos largos até a porta, mas parou bruscamente e olhou para os executivos na sala de reuniões.
— Chamem o pessoal da Engenharia, Relações Públicas e Jurídico para descerem comigo! O resto continue a reunião!
...
No elevador, a atmosfera era pesada.
Gustavo olhava fixamente para os números decrescentes dos andares, com a voz grave:
— Rodrigo, houve algum problema com os projetos da empresa recentemente?
Rodrigo negou com a cabeça:
— Fizemos a inspeção de rotina há pouco tempo. As contas estão em ordem.
Gustavo franziu a testa.
Se as contas estavam certas, ninguém tinha desviado fundos da empresa.
Então, o que diabos estava acontecendo?
*Ding!*
O elevador chegou ao térreo.
Assim que as portas se abriram, os gritos ensurdecedores invadiram o espaço.
— Mande o Gustavo sair!
— Devolvam nosso dinheiro!
— Empresa maldita, sem consciência!
A expressão de Gustavo era sombria como uma tempestade.
Hazia anos que ninguém ousava ser tão insolente na frente dele.
O chefe da segurança correu até ele, encharcado de suor:
— Presidente, são muitos. Não vamos conseguir segurar por muito tempo!
Gustavo soltou um riso frio:
— Não conseguem segurar? A empresa gasta uma fortuna com vocês para nada?
Ele ajeitou o terno e caminhou a passos firmes para a entrada principal.
Rodrigo o seguiu de perto, sussurrando para Nádia:
— Contate o departamento de Relações Públicas imediatamente para preparar um comunicado.
Os olhos de Rodrigo varriam a multidão, procurando quem estava liderando o tumulto.
...
Do lado de fora, a multidão ferveu ao ver Gustavo aparecer.



VERIFYCAPTCHA_LABEL
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Despertar Depois dos 1460 dias