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Coração Emprestado: A babá da filha do Juiz romance Capítulo 40

Branca

"Boa menina", murmurou ele contra minha orelha, a voz carregada de satisfação e desejo. "Agora fica quietinha… ou eu te faço gritar de novo."

Eu sorri de lado, mesmo com o coração na garganta. "Tenta, senhor juiz. Vamos ver se consegue."

Ele não respondeu com palavras. Só com ação.

A mão na minha nuca apertou de leve os cabelos, mantendo minha cabeça inclinada, expondo o pescoço pra ele morder devagar enquanto a outra mão terminava de abrir a calça. Ouvi o som do zíper, depois o tecido caindo um pouco, e senti ele, quente, duro, latejando, roçando na minha bunda. Meu corpo inteiro reagiu: um arrepio subiu pela espinha, o calor entre minhas pernas voltou com força, como se o orgasmo anterior tivesse sido só um aquecimento.

Ele segurou meu quadril com uma mão firme, alinhando-se. A outra subiu pela minha blusa, apertando meu seio por cima do sutiã, polegar circulando o mamilo até eu arquear as costas. "Respira fundo, Branca", ordenou, voz baixa e rouca. "E me diz se posso continuar. A escolha é sua."

Eu ri baixinho, provocadora. "Parar? Agora? Você tá louco se acha que eu vou te deixar ir, depois de me deixar assim."

Foi o sinal que ele precisava.

Ele empurrou devagar no começo, me abrindo centímetro por centímetro, me preenchendo até o fundo. Um gemido escapou dos dois ao mesmo tempo, o dele gutural, o meu abafado contra o braço que apoiei na parede. Ele era grande, quente, e o ângulo... Deus, o ângulo acertava exatamente onde eu precisava. Eu me apoiei mais, empinando o quadril, convidando-o a ir mais fundo.

Ele começou a se mover. Lento no início, quase torturante, saindo quase todo e voltando com força controlada. Cada estocada me fazia ver estrelas. A mão dele desceu entre minhas pernas, dedos encontrando meu clitóris ainda sensível, circulando em sincronia com os movimentos. "Assim?", perguntou, voz rouca no meu ouvido. "Ou quer mais forte?"

"Mais forte", implorei, a voz saindo trêmula. "Por favor, Cássio... mais forte. Me fode como se quisesse me marcar."

Ele obedeceu. As estocadas viraram profundas, rápidas, o som da pele contra pele ecoando baixo na cozinha escura. Eu mordi o braço pra não gritar, mas os gemidos escapavam mesmo assim. Ele segurava meu quadril com força, dedos cravados, me mantendo no lugar enquanto me devorava por trás. A outra mão subiu pro meu pescoço, não apertando, só segurando, como se quisesse me lembrar que eu era dele.

"Você é minha", murmurou, os dentes roçando minha orelha. "Mas só porque você quer ser. Diz."

"Eu quero", gemi, empurrando pra trás contra ele, encontrando o ritmo. "Eu quero ser sua agora."

Ele gemeu alto, o som vibrando no meu peito. Aumentou o ritmo, os movimentos ficando descontrolados, urgentes. Eu sentia ele pulsar dentro de mim, o calor crescendo de novo, mais forte que antes.

De repente, ele parou. Saiu devagar, me deixando vazia e frustrada. Antes que eu pudesse reclamar, ele me virou de frente com uma facilidade irritante, mãos na cintura, me erguendo de leve pra me encostar na parede de novo. Nossos olhares se encontraram: olhos escuros dele cheios de fogo, os meus provavelmente vidrados de desejo.

"Quero ver seu rosto", disse, voz grave. "Quero ver você se desfazer pra mim."

Ele me ergueu pelas coxas, minhas pernas envolvendo a cintura dele. Entrou de novo num movimento fluido, fundo, e eu joguei a cabeça pra trás, gemendo alto. Ele segurou minha nuca, me forçando a olhar pra ele enquanto se movia, lento agora, profundo, se perdendo no meu corpo como se quisesse memorizar cada curva, cada tremor.

"Você fica linda assim", murmurou, beijando minha boca com fome. "Descabelada, molhada, implorando por mim."

40. Erro gostoso 1

40. Erro gostoso 2

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