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Contrato de Prazer a Mãe que o CEO Jurou Dominar romance Capítulo 60

Capítulo 60 – Juliet Monroe

Juliet Pierce

Heitor me pegou de surpresa chamando Chris para o parabéns, eu esperava que ele chamasse Oliver talvez, mas não o Chris. Meus olhos foram até o Noah, eu me desculpei, mas acabei me envolvendo no momento e deixei passar.

Mas quando acabou, que fui atrás dele, descobri que Chris havia o provocado e eu precisava consertar isso. Assim que passei pela porta, olhei ao redor para ver se o encontrava, peguei meu celular e liguei para ele, mas estava fora de área.

Continuei caminhando pela calçada até que o vi, encostado em seu carro, braços cruzados e cabeça baixa.

— NOAH! — gritei. Ele se virou e nossos olhos se encontraram. Corri até onde ele estava, e assim que cheguei, segurei a gola de sua camiseta e o beijei.

Um beijo intenso, desesperado. Meu pedido de perdão em forma de lábios. Ele me apertou contra seu peito com força, como se quisesse ter certeza de que eu era real.

Me virei no impulso e fui eu quem o empurrou contra o carro dessa vez. Minhas mãos estavam trêmulas, mas minha vontade era firme. O beijei com tudo. E ele correspondeu como se estivesse me esperando desde o instante em que saiu daquela festa.

Suas mãos desceram pelas minhas costas até segurarem minha cintura com firmeza. Me encaixei entre suas pernas e nossos corpos se colaram. A respiração dele contra a minha pele era quente, faminta.

— Me desculpa, amor… — sussurrei entre os beijos, os dedos deslizando por sua nuca. — Eu devia ter dito alguma coisa quando o Heitor chamou o Chris.

Ele afastou o rosto apenas o suficiente para me encarar. Seus olhos verdes estavam escurecidos, carregados de sentimentos que ele tentava conter.

— Ju… — ele murmurou, mas eu continuei.

— Chris, assim como Oliver, Celeste e Samantha, são nossa família. — interrompi o beijo de leve e segurei seu rosto entre as mãos. — Mas a partir de hoje… você também é.

Ele piscou lentamente. E naquele segundo, eu vi a muralha de orgulho desmoronar. Vi o medo em seus olhos. Vi o amor.

Noah me puxou para mais um beijo. Mas esse… esse não era mais de raiva, de ciúmes ou de impulso. Era dele. Era puro. Era verdadeiro.

— Entra no carro comigo. — ele pediu em um sussurro rouco, a boca encostada na minha.

Assenti sem dizer nada. Entramos. Assim que a porta se fechou, o silêncio virou uma trilha sonora para o que estava prestes a acontecer.

Me virei para ele. Ele não disse nada. Só me olhou como se eu fosse tudo que ele precisava tocar para respirar.

Se inclinou sobre mim, e nossos lábios se encontraram mais uma vez. Suas mãos exploravam meu corpo com fome, mas também com cuidado. Eu sentia o amor dele em cada toque.

Minhas pernas escorregaram pelo banco, e ele se acomodou entre elas. Nossos corpos se encaixavam como se tivessem sido feitos para isso.

— Eu não queria ser egoísta, por isso eu saí de lá. — ele murmurou contra minha boca. — Mas eu não consegui ir embora, mesmo tentando, me esforçando. — ele encostou a testa na minha. — Acho que nunca vou ser capaz disso, Ju, nunca vou conseguir me afastar.

Minhas mãos puxaram a camisa dele pela barra, e seus músculos contraíram quando meus dedos tocaram sua pele. Ele tirou minha blusa com facilidade, e seus olhos varreram meu corpo como se estivessem tatuando cada detalhe na memória.

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