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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 273

O The Wild Daisy Pub nunca viu nada igual.

Suze, em seu papel autoproclamado de “madrinha do caos”, transformou o bar local, normalmente frequentado por peões, cowboys aposentados e senhoras que vinham jogar bingo às quintas em um templo de purpurina, risadas e álcool.

Logo na entrada, um letreiro de neon piscava em rosa-choque: “A ÚLTIMA NOITE DAS NOIVAS”. Balões metálicos em formato de taça, alianças e… botas de cowboy (porque Suze tinha senso de humor) flutuavam pelo teto. As mesas estavam cobertas por toalhas xadrez cor-de-rosa e decoradas com pequenos chapéus de palha, flores silvestres e mini garrafinhas de tequila como lembrancinhas.

O palco, no fundo do pub, tinha um letreiro luminoso piscando: “O que acontece aqui, o Taylor e o Maurício nunca saberão.”

E, no meio de tudo, lá estavam elas.

Lila e Catarina.

As duas, lado a lado, tentando parecer discretas, falhando miseravelmente.

Usavam vestidos de noiva curtos, indecentes e absurdamente divertidos: Lila, com um modelo justo de renda branca, decote profundo e uma saia que terminava muito antes do aceitável, com o pequeno véu preso num coque bagunçado. Catarina, com um vestido que brilhava a cada movimento, uma fenda até o céu e um véu que parecia ter saído de um filme de Las Vegas.

— Eu ainda não acredito que você me convenceu a usar isso — murmurou Lila, ajeitando o véu.

Catarina deu um giro triunfante, fazendo a fenda brilhar sob as luzes.

— Ah, por favor, você tá maravilhosa! Vocês duas estão super gostosas, o Taylor e o Maurício são homens de sorte. — disse Suze dando um gole em seu cosmopolitam. — E detalhe, não é porque vão se casar que não podem ser “sexys”. Vou buscar uns drinks, já volto.

— E por que diabos a gente tá de véu dentro de um bar?

— Porque somos as noivas, querida! — Catarina respondeu, piscando. — E hoje a cidade vai lembrar da gente!

Lila riu, resignada.

— A cidade inteira vai lembrar da gente… e provavelmente o xerife também.

Suze retornou, radiante e descontrolada como sempre, segurando duas taças de espumante (uma sem álcool, para Lila) e outra com muito álcool para Catarina.

— Minhas noivas favoritas! — gritou, abraçando as duas. — Vocês estão um escândalo, se eu não tivesse tanta certeza da minha sexualidade, eu pegava vocês duas.

Lila arregalou os olhos e corou, já Catarina deu um gole na sua bebida e disse:

— Conta outra, você gosta mesmo é de cavalgar por horas de preferência em cima de um certo… peão.

Suze mordeu os lábios e revirou os olhos como se lembrasse de algo excitante.

— Raul…. Meninas vocês não tem noção do que aquele peão sabe fazer com a boca.

— Credo Suze que horror!

— Ih, o que foi? Vai dizer que não gosta de uma bela chupada? — Lila corou e Catarina gargalhou. — Cá entre nós o seu noivo tem cara de que sabe trabalhar muito bem com a língua.

— SUZE!

— Mas ele não faz o meu tipo, prefiro homens morenos de olhos pretos e com mãos que me fazem ver estrelas. Agora vamos mudar de assunto, um brinde à noite mais inesquecível da vida de vocês!

Lila levantou a taça com um sorriso.

— Eu só espero que ninguém acabe preso.

— Sem promessas — respondeu Suze, piscando.

— Suze, isso tá um escândalo! — exclamou, jogando purpurina no ar.

— É o mínimo! — respondeu Suze, piscando. — Duas noivas lindas, uma festa, zero juízo!

Lila, por outro lado, estava sentada num banquinho alto, rindo com as amigas, com uma taça de suco de laranja na mão.

— Vocês sabem que eu não posso beber, né? — disse ela, acariciando a barriga ainda discreta de três meses.

— Não pode beber — corrigiu Suze — mas pode dançar, rir e aproveitar. Esses bebês merecem ver a mãe deles brilhar, mesmo que por uma noite!

O pub estava lotado. Mulheres de todas as idades e estilos: amigas de infância de Lila, colegas de Catarina, primas distantes que ninguém lembrava de onde surgiram. Música alta, risadas escandalosas, luzes piscando e uma avalanche de tequila e coquetéis coloridos.

Catarina dançava no centro da pista com um chapéu cor-de-rosa que piscava luzes LED, gritando:

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