Taylor suspirou, sabia que não tinha escapatória. Pegou a mão dela, levantando-se devagar, o bar inteiro aplaudindo como se aquilo fosse um ritual sagrado.
— Arriégua…moça, a minha noiva é ciumenta e…. — murmurou entre os dentes, mais para si do que para ela.
— Não se preocupe cowboy, é apenas uma dança.
A dançarina sorriu, com os olhos fixos em Taylor como se ele fosse uma escultura viva, fascinada pela beleza rústica dele. Os cabelos loiros desgrenhados sob o chapéu de cowboy, os olhos azuis penetrantes, o peito largo e bronzeado vislumbrado pela camisa de botões entreaberta, e aquelas coxas grossas e musculosas esticando a calça jeans justa de um jeito que a fazia morder o lábio inferior.
— Meu Deus, cowboy, você é lindo pra cacete. — murmurou baixinho, só para ele, enquanto o conduzia pelo salão até o centro do palco improvisado, a mão dela deslizando possessivamente pelo braço dele, sentindo os músculos firmes por baixo.
O couro apertado do figurino dela, um top curto que mal continha os seios fartos e uma saia minúscula com franjas, reluzia sob as luzes âmbar, destacando cada curva do corpo suado e tonificado, e o sorriso travesso nos lábios vermelhos deixava claro: ela sabia exatamente o poder que tinha, mas dessa vez, era ela quem estava hipnotizada pela presa. Com um empurrão gentil mas firme, ela o sentou na cadeira no meio do palco, posicionando-se à frente dele, com as pernas abertas o suficiente para roçar as coxas internas contra as dele, sentindo o calor emanar do jeans justo.
A música pulsava mais alta, um ritmo sensual e ritmado, e ela começou o striptease com ousadia deliberada, os olhos nunca deixando os dele, como se o show fosse só para Taylor. Primeiro, ela desabotoou o top devagar, um botão por vez, revelando a pele macia e os seios generosos cobertos apenas por um sutiã de renda preta transparente, os mamilos endurecidos visíveis sob o tecido fino. Ela girou o corpo, rebolando os quadris em círculos lentos e provocantes, as nádegas redondas e firmes balançando a centímetros do colo dele, antes de se inclinar para trás, apoiando as mãos nas coxas grossas de Taylor para se equilibrar, esfregando o traseiro contra o peito dele em uma lap dance explícita.
O bar explodiu em aplausos ensurdecedores e assobios selvagens, os homens gritando incentivos como “Vai, gata!” e “Mostra pra ele!”, todos os olhares fixos na performance hipnótica. Mas ela ignorava o público, fascinada por ele, desceu as mãos pelo próprio corpo, deslizando a saia pelas pernas longas e torneadas, revelando uma calcinha minúscula de couro que mal cobria o essencial, o corpo agora quase nu brilhando de suor. Ela se virou de frente para Taylor, montando no colo dele com as pernas abertas, os seios pressionando o peito largo enquanto rebolava devagar, sentindo a rigidez crescente sob a jeans justa dele.
— Você é perfeito, cowboy… me deixa louca só de olhar.
Taylor ficou imóvel, o chapéu sombreando os olhos vidrados, mas o corpo traía a tensão, as mãos apertando os braços da cadeira enquanto ela dançava com abandono, girando e se esfregando.
Os amigos gritavam incentivos indecentes, e Maurício ria tão alto que quase caiu da cadeira.
No final, ela se inclinou sobre ele, com o corpo suado e quente, e sussurrou em seu ouvido:
— Sua noiva é uma garota de sorte!
Taylor sorriu sem graça, com as bochechas vermelhas, e se levantou devagar, saindo do palco e caminhando até o cunhado. Todos os homens gritavam e assobiavam, aplaudindo o espetáculo. Tomas o encarou com uma mistura de diversão e fingida raiva, apontando o dedo para ele:
— Você me paga por isso!
As atenções agora se voltavam para Maurício, enquanto a música continuava a pulsar, prometendo mais caos na noite. A segunda dançarina, uma ruiva com curvas acentuadas e um sorriso que prometia encrenca, já havia avistado sua próxima vítima. Ela se movia como uma pantera pelo salão, o figurino de couro justo destacando cada movimento sinuoso, os saltos ecoando no piso de madeira como um desafio.
Maurício, ainda rindo das palhaçadas de Taylor, limpava as lágrimas dos olhos com as costas da mão, a cerveja quase esquecida no balcão. Ele vestia uma camisa xadrez casual, jeans folgados e botas de trabalho, o típico visual de um homem prático que não esperava ser o centro das atenções. Mas ali estava ele, encostado na mesa, tentando se fazer de desentendido enquanto Tomas cutucava seu ombro com um sorriso sádico.
— Ei, cowboy…. — chamou a dançarina, parando na frente dele com as mãos nos quadris, e os olhos percorrendo-o de cima a baixo como se estivesse avaliando uma obra de arte. Ela mordeu o lábio inferior, inclinando a cabeça. — Você aí, com esse ar de fazendeiro inocente… aposto que por baixo dessa camisa tem um corpo que vale a pena ver. Vamos ver se você aguenta o tranco.
O bar explodiu em risadas e assobios novamente, os amigos incentivando com gritos como “Vai, Maurício!” e “Não amarela agora!”. Maurício sentiu o rosto corar, passando a mão pela barba por fazer, tentando manter a pose de durão.
— Mo-moça eu amo a minha noiva e….
A ruiva não perdeu tempo. Estendeu a mão com unhas vermelhas afiadas, puxando-o pela gola da camisa.
— Vem comigo, cowboy. O palco te espera. E eu vou te mostrar como se faz direito.
Maurício suspirou, sabendo que resistir só pioraria as coisas. Pegou a mão dela, levantando-se com um resmungo, enquanto o salão aplaudia como se fosse o evento principal da noite. Taylor, agora de volta ao balcão, piscou para ele com um sorriso vingativo:
— Boa sorte, parceiro.
Ela o levou até o centro do palco, sentando-o na mesma cadeira que Taylor havia ocupado momentos antes. A música subiu de volume, um ritmo pulsante e sensual que fazia o ar vibrar. A dançarina começou seu striptease com ousadia, girando ao redor dele, tirando o top e ficando de sutiã e calcinha. O bar inteiro aplaudia e gritava, os flashes de celulares iluminando a cena como um show particular.

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