Lila ainda podia ouvir as risadas vinda da varanda, quando guiou Taylor escada acima, que caminhava com o braço pesado sobre os ombros dela. O álcool tornava seus passos instáveis, mas o desejo que fervia em seus olhos era inabalável. O quarto os recebeu com o luar filtrando pelas cortinas finas, iluminando a cama desfeita como um convite pecaminoso. O ar estava carregado, um misto de suor da noite quente, o cheiro terroso da fazenda e o perfume floral de Lila, que se misturava ao aroma almiscarado da excitação crescente.
Taylor cambaleou até a beira da cama, tentando se recompor. Seus músculos definidos, forjados por anos de trabalho árduo, tensionavam sob a camisa entreaberta. Ele a olhou, e por um instante esqueceu até do peso da cachaça no corpo. Lila estava ali usando apenas a camisa dele, larga nos ombros, curta demais nas coxas, e um par de meias que deixava suas pernas ainda mais tentadoras. A barriga arredondada, ainda tímida, desenhava uma curva suave sob o tecido que não era feito para esconder nada. Os seios cheios moldavam a camisa, pressionando o algodão fino, os mamilos marcados numa provocação silenciosa.
Ela parecia uma pintura viva de desejo e promessa, uma mistura quase impossível de doçura e fogo, de inocência e poder. E ele… ele sentiu o corpo reagir como se cada gota de álcool tivesse virado faísca. O membro latejou, duro, insistente, pulsando contra a calça como se quisesse romper a barreira entre eles.
Lila ficou ali por um segundo que pareceu longo demais para o autocontrole dele. Os olhos dela deslizaram por Taylor como quem traça um caminho secreto com a ponta da língua. Ela o olhava como quem avaliava uma presa, faminta.
A camisa dele pendia do corpo dela como uma promessa que balançava a cada passo leve, e as meias davam um contraste quase inocente… quase. Porque nada nela era inocente naquele momento.
Ela ergueu o queixo devagar, avaliando o estado deploravelmente delicioso daquele cowboy bêbado, os cabelos bagunçados, o sorriso torto, a respiração quente. E depois, com a calma calculada de uma leoa decidindo quando atacar, Lila avançou.
Passou a mão pelo quadril, ajeitando a camisa como se exibisse a arma do crime. Seus passos eram lentos, sinuosos, um aviso. O chão parecia ranger só para anunciar o perigo que vinha se aproximando dele.
— Lila, não… — murmurou com a voz rouca e grave, como um trovão contido. Ele se ajeitou na cama, com as mãos trêmulas erguidas em sinal de rendição. — Eu tô bêbado demais. Posso te machucar… os bebês… Lucas e Luna… eu não quero arriscar. Vai dormir, amor. Eu fico aqui no chão se precisar.
Mas Lila não era do tipo que aceitava recusa facilmente.
Seus olhos azuis brilhavam com malícia, os lábios curvados em um sorriso provocante. Ela se aproximou devagar, como uma pantera caçando, com o quadril balançando hipnoticamente. Parou entre as pernas dele, levou as mãos até o peitoral e começou a desabotoar a camisa dele com dedos ágeis, roçando a pele quente e úmida de suor. O toque delicado sob a pele quente, provocava arrepios no cowboy.
— Machucar? — sussurrou com a voz baixa e sedutora, inclinando-se para roçar os lábios no pescoço dele, inalando o cheiro masculino de terra e álcool. — Você me conhece, cowboy. Você nunca me machuca. E os bebês? Eles sentem quando o papai me faz feliz. — Ela mordeu o lóbulo da orelha dele com mais força do que o necessário, enquanto os dentes arranhavam levemente, e sua mão descia para o cinto, desfivelando-o com um clique audível. O pau dele saltou livre quando ela abriu o zíper, grosso e latejante, com as veias pulsando sob a pele sensível. — Olha só… você tá dizendo não, mas ele tá gritando sim.
Taylor gemeu, cerrando os punhos cerrando nos lençóis, tentando resistir ao fogo que se espalhava pelo seu corpo.
— Para, Lila… por favor… eu não consigo me controlar assim.
Ela riu baixinho, um som gutural e provocante, empurrando-o de costas na cama com uma força surpreendente. Subiu sobre ele, montando em seu colo, a camisa subindo pelas coxas macias e curvilíneas. A barriga ainda discreta, pressionava contra o abdômen dele, e ela rebolou devagar, sentindo a rigidez dele roçar contra a calcinha úmida de renda.
— É exatamente isso que eu quero, Taylor. Quero que você perca o controle. Que me coma gostoso, ou você não quer mais sua “vaca premiada” grávida e molhada pra você?
Aquilo quebrou a última barreira. Taylor rosnou, um som primal e selvagem, virando-a na cama com uma rapidez que desmentia a embriaguez. Agora por cima dela, cuidadoso com a barriga mas feroz em tudo o mais, ele rasgou a camisa ao meio com as mãos calejadas, expondo os seios fartos e os mamilos rosados que imploravam por atenção.

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