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Adeus, Meu Ontem! romance Capítulo 191

Ela não desejava fazer nada que Kylen desaprovasse.

A babá olhou para Kylen em busca de ajuda e sussurrou, hesitante:

— Diretor Lourenço, por favor, convença a Sra. Arantes. Ela insiste em ir para a mesa comer, mas ficará tonta se levantar.

Ela pensou que o Diretor Lourenço também sentiria pena da Sra. Arantes e a deixaria comer na cama.

Para surpresa de todos, Kylen, sentado no sofá lidando com documentos, nem levantou a cabeça. Ele fechou a mão em punho, tossiu algumas vezes e disse:

— É um bom hábito.

Yolanda baixou os olhos, e os cantos de sua boca se curvaram levemente.

Ela sabia.

Provavelmente não existia ninguém no mundo capaz de fazê-lo quebrar as regras.

A babá a colocou na cadeira de rodas e a empurrou até a mesa.

Enquanto ela comia, Vinicius saiu para atender um telefonema. Ela fez um sinal para a babá, que entendeu, saiu silenciosamente do quarto e fechou a porta, montando guarda do lado de fora com uma expressão presunçosa.

Yolanda tomava o mingau do O Sabor da Primavera, que tinha um sabor adocicado. Ela já estava sem apetite e mal conseguia comer, mas como foi Kylen quem mandou trazer, não queria desperdiçar.

Por isso, continuou comendo.

Quando a babá saiu, ela apertou a colher e, ouvindo Kylen tossir mais duas vezes, perguntou com preocupação:

— Kylen, você está resfriado?

Nesse momento, o celular de Kylen, que estava no bolso do casaco, vibrou.

Assim que Yolanda abriu a boca, ele estava tirando o celular do bolso e olhou uma mensagem no WhatsApp.

Então, Yolanda o viu levantar-se, virar as costas e sair do quarto a passos largos, passos que a ela pareceram um tanto desordenados.

……

Hélder dirigiu o carro para dentro de um condomínio de luxo.

Coincidentemente, Narciso tinha um imóvel ali, e Hélder costumava ir buscar coisas, então o segurança o reconheceu.

Enquanto estacionava, ele disse a Alícia:

A porta do elevador se fechou lentamente, e vultos saíram da escadaria com olhares assassinos.

Hélder levou Alícia de volta no carro. Assim que o veículo parou, luzes ofuscantes de faróis iluminaram tudo de repente, e o som feroz de motores pareceu rasgar o céu noturno.

Vários homens de preto, armados com barras de ferro, saltaram dos carros.

A expressão de Hélder mudou. Ele abriu a porta, empurrou Alícia para dentro do carro e virou-se para enfrentar o ataque.

No entanto, antes que Alícia conseguisse travar a porta, a outra porta atrás dela foi aberta por fora.

Sua respiração ficou descompassada. Ela agarrou o encosto do banco com as duas mãos, chutou o agressor com força, derrubando-o, abriu a porta e correu!

Mas não conseguiu correr muitos passos; de repente, uma barra de ferro foi brandida em sua direção vinda da lateral!

As pupilas de Alícia se dilataram!

— Alícia, cuidado! — De repente, uma sombra negra a derrubou no chão, erguendo a mão para proteger a cabeça de Alícia, e essa mão foi atingida pela barra de ferro!

O rosto de Alícia ficou branco instantaneamente.

— Julian!

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