Entrar Via

A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 545

POV/ CHRISTIAN

Os dedos mais fundo. Mais forte. O ponto. O polegar. A boca. Moon tentou fechar as pernas e o cinto puxou, a coxa vermelha, a gravata esticada, e ela ficou ainda mais aberta, o quadril tremendo, a barriga contraindo.

— Eu… eu preciso…

Eu sabia o que ela precisava.

Não parei.

A mão rápida. Os dedos fodendo aquele lugar com força, a palma molhada, o barulho alto, o polegar no clitóris inchado, e Moon arqueou inteira, o corpo duro, um grito rasgando a suíte, e explodiu.

O squirt veio quente.

Forte. Um jato. Outro. Na minha mão. No meu peito. Na minha barriga. No lençol. Quente demais. Muito. Um xixi de prazer que não parava enquanto eu não parava, os dedos ainda lá, ainda naquele ponto, ainda puxando, e ela gritou de novo, o corpo inteiro tremendo, as pernas duras nas amarrações, os pulsos puxando, a buceta pulsando, esguichando, molhando meu peito grande, escorrendo pela barriga, pingando no pau que latejava embaixo.

Continuei.

Mais fundo. Aquele ponto. Ela chorou o nome. Os pulsos puxando as amarrações. As pernas abertas à força. A buceta pulsando nos meus dedos. O jato diminuindo, voltando, diminuindo, e eu só parei quando o corpo dela caiu no colchão, mole, tremendo, a boca aberta, os olhos verdes marejados, um fio escorrendo pela coxa.

Olhei.

Olhei tudo.

A loira desfeita. A buceta rosada, inchada, escorrendo, os lábios pequenos abertos, o clitóris duro, o lençol manchado, o meu peito molhado, a barriga molhada, o pau duro batendo contra a pele, latejando, a cabeça vermelha, molhada do squirt dela. Perfeita. Minha.

O coração não acalmava. O tesão doía. Eu ainda sentia o gosto dela na boca. Ainda sentia o peito dela na memória da palma. Ainda pensava na primeira vez. Nela virgem. Nela agora. No quanto eu era louco. No quanto eu ia continuar louco.

Subi o corpo.

O pau encostou na entrada. Escorregadio. Quente. Eu não pedi licença. Não tratei ela como se fosse a primeira. Não era. Ela era minha. Eu era dela. O pau estava duro demais para teatro.

Segurei o rosto dela com uma mão. A outra na base. Beijei a boca. Deixei ela sentir o gosto dela na minha língua. Moon beijou de volta, molhada, desesperada, os dentes, a língua, um gemido no meio.

O pau empurrou sozinho.

Entrei.

De uma vez.

Fundo.

O pau inteiro, comprido demais para o corpo pequeno, abrindo ela até a pélvis bater na bunda. Moon gritou no meu ombro. As pernas amarradas tremeram. Os pulsos presos. A buceta apertou, quente, molhada do squirt, e eu fiquei parado no fundo só o tempo de um fôlego, a testa na dela, o peito grande cobrindo o dela, o pau latejando dentro.

Saí quase até a cabeça.

Meti de novo.

Forte.

A cama reclamou. A buceta engoliu. O som molhado encheu a suíte. Beijei a boca no ritmo. Apertei o seio, o mamilo entre os dedos, e fodi. Fundo. Marcado. A pele na pele. O corpo dela pequeno demais embaixo do meu, aberta, amarrada, os cachos grudando na testa. Cada estocada era tesão. Cada uma era saudade. Cada uma era o pau duro demais, o coração acelerado, o amor misturado com fome.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário