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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 510

POV/ SAKURA

Quando Nathan chegou, pouco depois das sete, despedi-me de Sky e Moon e saí de casa. Ele estava encostado no carro, examinando alguma coisa no celular.

Ergueu o rosto quando me aproximei.

Seus olhos percorreram minha roupa e pararam na trança.

— Você fez sozinha?

Levei a mão aos cabelos.

— Fiz.

— Ficou bonita. Mas a minha é muito melhor.

Sorri, apesar de tentar esconder.

— Obrigada eu acho.

Nathan abriu a porta do passageiro para mim.

— Vamos?

Entrei no carro, e ele deu a volta para assumir o volante.

Assim que se acomodou, olhou para mim.

— Comeu?

— Comi.

— Dormiu?

— Dormi.

— Tomou água?

Virei o rosto lentamente.

— Você vai perguntar se escovei os dentes também?

Nathan começou a rir.

— Só estou conferindo.

— Parece minha mãe.

— Não me compara com sua mãe.

Sorri.

— Então para de agir como ela.

Ele balançou a cabeça e ligou o motor.

Antes de seguirmos para a Blackwood, Nathan parou em um restaurante japonês que costumava frequentar. O lugar estava relativamente tranquilo, e conseguimos uma mesa próxima à janela.

Pedi um combinado de sushi, enquanto ele escolheu algumas peças quentes e uma porção de sashimi. Conversamos sobre assuntos leves durante a refeição. Nathan reclamou de um fornecedor que havia enviado documentos incompletos três vezes, e contei que Diego parecia prestes a declarar guerra à própria impressora.

Ele riu tanto que quase derrubou o copo de água.

— Eu falei para ele trocar aquela porcaria.

— Ele disse que a impressora funciona quando quer.

— Exatamente. E ela nunca quer.

Comecei a rir.

Por alguns minutos, esquecemos os relatórios, o hospital e a discussão sobre Lorenzo. Nathan estava mais relaxado do que estivera durante o dia, e eu conseguia conversar com ele sem ficar desviando os olhos a cada cinco segundos.

Até que sua mão tocou a minha sobre a mesa.

Olhei para nossos dedos.

Nathan não afastou a mão.

— Sakura.

Ergui os olhos.

— O quê?

Ele parecia querer dizer alguma coisa, mas o garçom se aproximou naquele momento para perguntar se desejávamos mais alguma coisa.

Nathan soltou minha mão e respondeu que não.

Baixei os olhos para o prato, tentando controlar a frustração.

Quando o garçom se afastou, Nathan continuou me observando.

— O que foi? — perguntei.

— Nada.

Estreitei os olhos.

— Mentiroso.

Ele sorriu.

— Você também não me conta tudo.

— Eu conto o que é importante.

— Claro.

Revirei os olhos, mas acabei sorrindo também.

Terminamos a refeição e saímos do restaurante pouco antes das oito. O ar da noite estava mais frio, e enfiei as mãos nos bolsos do casaco enquanto caminhávamos até o carro.

Nathan percebeu.

— Está com frio?

— Um pouco.

Ele tirou a própria jaqueta e colocou sobre meus ombros antes que eu pudesse reclamar.

Olhei para ele.

— Você vai ficar sem casaco.

— Eu sobrevivo.

Ajeitei a peça sobre o corpo, sentindo novamente seu perfume.

— Obrigada.

Nathan sorriu discretamente e abriu a porta para mim.

Durante o trajeto até a Blackwood, conversamos sobre a organização dos arquivos. Ele explicou que o acesso temporário permitiria entrar na área histórica, mas que precisaríamos ter cuidado com os documentos físicos e com os equipamentos antigos.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

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