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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 375

POV: ROCCO BLACKWOOD

Dei mais duas palmadas firmes, alternando os lados. Minha mão pesada estalou na carne macia das nádegas dela, uma vez na esquerda, outra na direita, aquecendo a pele até que as duas metades ficassem em brasa, tingidas de um vermelho vivo contra a alvura do resto do corpo.

Espalmei as duas mãos por cima da vermelhidão, alisando com pressão contínua para espalhar a queimação. Sky soltou um gemido sôfrego, jogando a cabeça para trás enquanto o corpo balançava devagar na sustentação das cordas. Deslizei as palmas abertas pelas costas dela, subindo pelas costelas e descendo devagar até a parte de trás das coxas grossas. A pele dela estremeceu sob o meu toque, arrepiando por onde os meus dedos passavam.

Aproximei minha mão da calcinha vermelha, mantendo os dedos a um milímetro de distância da intimidade dela. Senti o calor úmido que subia da renda fina, mas não encostei. Não dei o contato que ela queria.

Sky arqueou a cintura no ar em um movimento involuntário, buscando qualquer atrito contra a minha palma vazia. Um choramingo manhoso e frustrado escapou da garganta dela. Ela queria o peso da minha mão, precisava da fricção para aliviar o desespero, e eu continuei pairando no mesmo lugar, torturando a ruiva com o vento quente entre os meus dedos.

Meu pau pulsou com tanta força dentro do moletom cinza que a cabeça latejou dolorida contra o tecido. Eu estava duro como ferro, com uma queimação bruta na virilha de tanto tesão. A visão daquela mulher amarrada, indefesa no ar e completamente rendida por mim quase arrebentava qualquer resto de sanidade que eu ainda tentava manter. Eu era louco por ela em um nível que beirava a obsessão, doente por cada centímetro daquele corpo.

Dei a volta no corpo suspenso e parei na frente dela. Segurei o rosto da Sky com uma das mãos e puxei a boca dela para a minha em um beijo bruto e molhado, engolindo os gemidos dela enquanto a minha língua forçava passagem, misturando saliva e posse.

Desci os dedos para o pescoço dela, envolvendo a garganta macia em um aperto firme, só o suficiente para exercer controle e arrancar um arfar rouco do peito dela. Com a outra mão, apertei o seio farto por cima da renda vermelha do sutiã, sentindo a maciez da carne transbordar entre os meus dedos antes de apertar o bico já duro sob o tecido fino.

— Você é linda demais, Bittencourt — murmurei contra os lábios avermelhados dela, a respiração pesada misturando na dela. — A mulher mais gostosa que já existiu. Eu sou completamente doente em você. Sou apaixonado por cada pedaço seu e não existe nada neste mundo que me faça querer outra coisa além de te devorar para sempre.

Soltei a garganta dela e me afastei dois passos em direção à bancada lateral. Peguei uma vela aromática de baixa temperatura que já deixava a cera líquida acumulada na borda.

Voltei para perto do corpo suspenso, inclinei o recipiente de cerâmica e deixei o primeiro pingo de cera quente cair direto na barriga macia da Sky.

Ela soltou um gritinho abafado, o corpo retesando no ar e as unhas fechando em punho contra as amarras nas costas. A cera ardeu na medida certa na pele alva antes de amornar e virar uma película fina. Inclinei a vela mais um pouco, derramando filetes mornos pelas costelas dela, contornando a cintura e deixando pingos pontilharem a parte interna das coxas grossas.

Deixei a cerâmica de lado e peguei uma pedra de gelo no balde de metal.

Sem dar tempo para a respiração dela assentar, passei a pedra de gelo direto por cima da cera ainda morna na barriga da ruiva.

O choque térmico arrancou um gemido rasgado da garganta da Sky. O corpo dela arqueou com violência na corda, os músculos da barriga travando enquanto a pele clara reagia à transição brutal do calor para o frio congelante. Deslizei o cubo derretendo pelas marcas de cera, fazendo a água gelada escorrer em gotas finas até a virilha em brasa.

CAP. 400 -  Me fode, me fode por favor 1

CAP. 400 -  Me fode, me fode por favor 2

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