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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 365

POV: CHRISTIAN

Fiquei olhando as costas dela. A cera rachada. O suor. O corpo tremer no meu pau, à beira, sem cair.

A voz saiu baixa, perto da orelha dela, o peito cobrindo as costas:

— Fala de novo.

Ela soluçou, a voz falhando, os olhos verdes tentando me achar pelo canto que a prancha deixava:

— Eu me caso com você. Eu aceito. Por favor. Me fode. Me deixa gozar. Eu sou sua. Eu caso.

Apertei a cintura dela com as duas mãos.

— Então tá bom.

A Moon ainda ofegava contra a madeira, a frase do casamento solta no ar, o corpo mole e ao mesmo tempo tenso, esperando. Encostei a cabeça do meu pau no ânus dela. Aberto. Molhado. Quente pra caralho. A saliva, o vibrador, o gozo dela escorrendo da boceta e descendo até ali — tudo amelado, ensopado, brilhando na luz vermelha. Empurrei até a metade e o ar saiu de mim num som baixo, feio, de homem que passou tempo demais se segurando.

Ela soltou um gemido fundo, arrastado, o quadril cedendo para trás mesmo cansada.

— Então agora eu vou te marcar como minha.

Enfiei o resto.

O cu dela me engoliu inteiro. Apertado demais. Quente demais. Molhado demais. Vinte e cinco centímetros desaparecendo naquela mulher pequena, a bunda vermelha colada na minha virilha, a cera rachada nas costas, os grampos ainda nos seios. Eu soltei o ar pelos dentes e fiquei parado um segundo, só sentindo. Era a coisa mais gostosa que eu já tinha enfiado o pau na vida. Não tinha comparação. Não tinha segunda opção. Aquilo ali — o anel dela pulsando na base, o calor subindo pela tora inteira, a boceta escorrendo na minha bola — era o tipo de coisa que um homem come e decide que vai comer para sempre. Até ficar velho. Até não conseguir mais andar. Até o mundo acabar.

Apertei os dedos na cintura fina e comecei a foder.

Foi fundo. Pesado. O barulho da carne batendo na carne encheu o quarto, molhado, sujo, e o cheiro subiu na hora. Sexo. Suor. A boceta dela pingando na coxa. Couro da coleira. Cera quente. Eu. Ela. Dei um tapa na nádega direita e o estalo cortou o gemido dela no meio, virou outro, mais agudo. Troquei de lado. Outro tapa. A pele já vermelha ficou mais vermelha.

— Christian...

— Eu sei. Aguenta.

Fodi mais fundo. O quadril dela não tinha para onde ir, então só recebia. Recebia e apertava. O ânus sugava na saída e cedia na entrada, um anel apertado demais em volta da base, as veias do meu pau arrastando, a cabeça sumindo até eu bater com o saco na boceta molhada. Cada estocada fazia o piercing dela tremer. Cada estocada fazia os seios balançarem nos grampos. Cada estocada fazia uma maria-chiquinha bater no rosto preso na madeira.

Passei a mão nas costas dela. Devagar. Da nuca até a lombar, por cima da cera rachada, sentindo o suor, sentindo a espinha, sentindo o corpo pequeno inteiro tremer em volta do meu pau. Mordei as costas. Devagar. Os dentes na carne quente, não para rasgar, para marcar, para sentir o gosto dela na boca enquanto eu fodia o cu dela sem pressa de acabar.

— Porra, Moon. Que cu gostoso.

Ela choramingou. Não de dor. De demais. De estar presa, cheia, fodida há tempo demais sem ter para onde ir. Os pés puxavam as tiras. Os pulsos tentavam se fechar do outro lado da prancha. O quadril, mesmo cansado, empurrava para trás, pedindo.

Passei a mão por baixo, pela barriga colada na cunha, e desci até o clitóris.

O piercing estava escorregadio, inchado, o clitóris duro de tanto estímulo. O polegar fez um círculo lento e o corpo dela deu um tique inteiro. Um gemido fraco, quase um choro. Continuei fodendo o cu no mesmo ritmo pesado, fundo, sem piedade, enquanto o dedo trabalhava na frente.

— Eu não... eu não aguento mais...

— Aguenta. Você vai gozar com o meu pau no seu cu.

O gemido dela mudou de tom. Ficou mais agudo. Mais curto. O cu apertou em volta de mim de um jeito diferente, uma cãibra começando, e eu senti a boceta se fechar no vazio, molhando minha mão. Os pés se contraíram nas meias. Os dedos se abriram. A respiração dela quebrou.

Ela gozou.

O cu dela me apertou com força, quente, violento, e um grito rasgado saiu contra o pilori. A boceta contraiu e o corpo inteiro travou numa onda longa. Logo depois começou a tremer — as coxas, os seios nos grampos, a cabeça presa. Eu continuei fodendo sem parar. Senti ela me sugar para dentro, depois me esmagar, depois me puxar de novo, o aperto dela ritmado, sujo, gostoso demais para eu pensar em qualquer outra coisa.

Quase gozei também.

— Ahhhh, Christian... que delícia... que delícia...

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