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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 291

POV: SKY

Fechei os olhos.

Claro.

Claro que ele tinha que aparecer naquele momento.

Era quase um dom sobrenatural.

Eu podia passar horas sozinha e nada acontecer.

Bastava o Rocco sair por dois minutos para eu entrar em uma discussão filosófica comigo mesma e perder uma briga para um móvel.

Olhei para ele, sentindo a minha cara queimar de vergonha.

— Você tem que parar de aparecer exatamente nesses momentos!

Ele deu um passo para dentro do quarto.

— Que momentos?

— Nesses momentos constrangedores em que eu estou discutindo comigo mesma, apanhando dos móveis da sua casa ou em dúvida se passo pela porta ou não!

O Rocco encostou o ombro no portal da porta e soltou uma risada gostosa.

Um sorriso lindo iluminou aquele rosto perfeito de pintura.

Os olhos verdes dele percorreram o meu corpo da cabeça aos pés com um afeto tão sincero que, contra toda a lógica, meu coração desacelerou um pouco.

— Você é linda demais, sabia? — ele disse. — Até quando está surtando sozinha com a mobília.

— Ai, Rocco... para de deboche.

Tentei manter a cara séria.

Não consegui.

O cantinho da minha boca subiu sozinho.

De repente, a brincadeira perdeu um pouco da força.

Porque havia uma pergunta presa na minha garganta.

Ele caminhou até a beirada da cama e se aproximou de mim. Puxei o lençol para me cobrir melhor e me sentei na borda, olhando para cima para encarar o rosto dele.

— Posso te perguntar mais uma coisa? — pedi, a minha voz saindo bem mais baixa do que eu planejava.

O Rocco deu uma risada alta, se levantando do chão com a facilidade de sempre.

— Como você mandar, minha senhora.

Caminhamos juntos para o banheiro gigante da suíte dele. O Rocco encheu a banheira com água bem quente e nos afundamos ali. A água morna ajudou a relaxar cada músculo dolorido do meu corpo. Ele me lavou com um cuidado absurdo, passando o sabonete pela minha pele com calma, mas é claro que o Big Black não aguentava ver o homem sossegado por muito tempo. O membro dele já estava totalmente pronto e ereto de novo, encostando firme na minha coxa debaixo da água.

O Rocco não resistiu. Ele me puxou para o colo dele dentro da banheira e se encaixou em mim bem devagar. Eu estava meio dolorida por causa de todos os rounds anteriores, mas o movimento dele veio tão macio, tão carinhoso e ritmado que eu só consegui jogar a cabeça no ombro dele e me entregar. Foi um sexo lento, gostoso, cheio de beijos molhados na minha nuca e apertos cuidadosos na minha cintura, sem pressa nenhuma. Ele cuidou de mim do começo ao fim.

Saímos da água renovados. Ele fez questão de me secar com a toalha e me entregou uma camiseta gigante dele, que bateu no meio das minhas coxas. Fomos para a sala de jantar, onde o pacote da comida já estava esperando em cima da mesa.

Eu já estava me preparando para fazer birra por ter que comer arroz e feijão, mas paralisei assim que abri a embalagem.

O desgraçado tinha pedido a minha batata frita e a carne do hambúrguer.

O lanche veio caprichado: uma carne enorme, mas lotado de alface, tomate e coisas saudáveis para compensar, além de arroz, feijão e uma porção de batata bem crocante do lado. Olhei para a caixa e depois olhei para ele.

O Rocco me encarava com a sobrancelha erguida e aquele sorriso vitorioso que eu adorava.

Não aguentei. Me aproximei do lado dele, me inclinei e dei um beijo gostoso na bochecha dele.

— Eu te amo — falei, sorrindo.

— Eu sei — ele respondeu na hora, cheio de si, me puxando pela cintura para um selinho rápido antes de me fazer sentar.

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