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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 284

(CAP. MAIOR E ESPECIAL PARA VOCÊS 🔥)

POV: SKY

As portas do elevador se abriram com um sinal sonoro fraco, mas a nossa boca não se separou nem por um segundo.

O Rocco continuou me puxando pela cintura, esmagando os meus lábios contra os dele enquanto os nossos passos desajeitados nos levavam para fora do espaço metálico. O barulho dos nossos sapatos ecoava no piso liso da garagem subterrânea, intercalado pelo som dos nossos suspiros pesados.

— Rocco... — murmurei entre um beijo e outro, arfando contra o canto da boca dele, tentando olhar ao redor. — Para... alguém vai ver a gente aqui na garagem. Tem câmera para todo lado.

Ele deu um último xupaço lento no meu lábio inferior antes de se afastar alguns centímetros. Os olhos verdes dele queimavam, acompanhando o movimento do meu peito que subia e descia descontrolado. Sem soltar a minha cintura, ele puxou o celular do bolso da calça com a outra mão e discou rapidamente.

— Diego — a voz do Rocco veio grave, dominante, sem hesitar um milissegundo. — Apaga e limpa todo o circuito de câmeras do elevador e da garagem. Dos últimos trinta minutos. Garanta que nada foi gravado ou salvo no servidor.

— Pode deixar, chefe. Tô limpando tudo agora — a resposta do Diego veio firme pelo viva-voz.

— Ótimo. Faz isso direito porque eu sou um homem apaixonado e não quero nenhum funcionário olhando para a minha mulher — o Rocco soltou a frase com a maior naturalidade do mundo antes de encerrar a ligação e guardar o aparelho.

Olhei para ele com a boca aberta, desacreditada da coragem dele.

— Você não existe — murmurei, soltando uma risada curta.

— Não mesmo — ele sorriu, me puxando pela mão em direção às escadas laterais que levavam para a rua de trás.

— Espera aí... por que a gente tá indo para a travessa? — perguntei, tentando acompanhar o ritmo dos passos largos dele, sentindo as minhas pernas ainda bambas do que tinha acontecido minutos atrás. — O seu carro não tá na vaga da diretoria?

— Não — o Rocco olhou para mim por cima do ombro, os lábios desenhando um sorriso debochado. — Eu deixei o carro estacionado na rua de trás. Se você chegasse e visse o meu carro parado na entrada principal, você nem tinha entrado no prédio. Ia dar meia-volta e sumir correndo.

Soltei o ar pelo nariz, balançando a cabeça. Ele tinha calculado absolutamente tudo.

No segundo em que o Rocco empurrou a porta de metal que dava acesso à rua lateral, o barulho do temporal nos atingiu em cheio.

A tempestade caía com força sobre a cidade. A água vinha em pancadas pesadas, lavando o asfalto escuro e criando uma névoa espessa no ar. Não deu tempo de pensar ou recuar. O Rocco me puxou pela mão e a água gelada despencou direto sobre as nossas cabeças.

O choque térmico foi imediato. A minha pele, que ainda fervia por causa do orgasmo no elevador, arrepiava inteira com a pancada de água fria. A minha blusa de alcinha colou no peito no mesmo instante, o tecido ficando transparente com a umidade, enquanto o meu cabelo ruivo encharcou de vez, grudando na minha nuca e na minha bochecha.

Em vez de corrermos desesperados procurando abrigo, o Rocco parou bem no meio da calçada deserta.

A chuva lavava o rosto dele, escorrendo pelo cabelo preto desalinhado e deixando a camisa social branca completamente transparente, colando o tecido nos músculos do peito e do abdômen dele. Ele segurou a minha cintura com as duas mãos grandes, me erguendo alguns centímetros do chão para me colar com força contra o corpo dele.

— Você tá maluco! — gritei por causa do barulho do temporal, gargalhando no meio da água que caía nos meus olhos. — A gente tá se encharcando inteiro!

— Eu não tô nem aí! — ele gritou de volta, os olhos verdes brilhando no meio da tempestade. Ele olhou para o céu cinzento e berrou com toda a força dos seus pulmões: — EU SOU UM HOMEM APAIXONADO!

Arregalei os olhos, rindo da loucura crua dele, e meti a palma da minha mão molhada direto na boca dele para abafar o som.

— Para com isso, Rocco! As pessoas das janelas vão ver! Você perdeu o juízo de vez!

O Rocco segurou o meu pulso, tirou a minha mão da boca dele com facilidade e cravou os dedos na minha nuca, selando os nossos lábios em um beijo desesperado bem ali, debaixo do temporal.

— Meu Deus... — ri junto com ele, mas antes que eu pudesse falar mais alguma coisa, ele já se aproximou.

— Te amo — ele sussurrou, colando a boca na minha.

Retribuí o beijo com urgência. A língua dele invadiu a minha boca quente, e a mão grande dele subiu direto para o meu peito, apertando a carne firme por cima do tecido molhado da blusa. O meu corpo inteiro respondeu no ato. Deslizei a minha mão pela barriga sarada dele, descendo devagar pelo tecido da calça social até encontrar o volume do Big Black. Ele estava completamente duro, quente e pulsando de um jeito absurdo.

Apertei aquela rigidez por cima da calça, sentindo a dimensão do desejo dele.

— Deixa eu aliviar o Big Black... — soltei a frase encarando o fundo daqueles olhos verdes, a minha voz saindo rouca, tomada por uma decisão que fez as pupilas dele dilatarem no mesmo segundo.

O Rocco soltou um suspiro pesado e, sem perder tempo, esticou a mão para o lado e puxou a alavanca do banco. A poltrona deslizou para trás com um estalo, abrindo um espaço enorme na parte da frente do carro.

O volume na braguilha dele estava tão marcado que parecia prestes a rasgar o tecido.

O Rocco encostou a cabeça no suporte do banco, a respiração vindo curta e pesada.

Não esperei por permissão. Apoiei os joelhos no estofado, me inclinei sobre o corpo dele e levei minhas mãos molhadas até a cintura da calça social dele. Puxei a fivela do cinto, abri o botão e desci o zíper da braguilha de uma vez só. Enfiei a mão por baixo do tecido da cueca e liberei a carne quente dele.

O membro dele saltou para fora, ereto, grosso, pulsando de um jeito absurdo. A pele estava queimando, com uma gota transparente já brilhando na cabeça larga.

Segurei a base firme com a minha mão direita, envolvendo a largura com os meus dedos, e comecei um movimento lento de subida e descida.

— Porra, Sky... — o Rocco rosnou, fechando os olhos por um segundo enquanto a cabeça dele afundava no banco.

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