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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 244

POV: SENHOR C

Soltei os pulsos dela, tirei a minha luva de couro preta da mão direita e entreguei as minhas duas mãos limpas para ela. A Moon pegou os meus dedos, espalhando a palma dela contra a minha para comparar os tamanhos.

— Ai, meu Deus... que mão enorme — ela soltou um suspiro. Deslizou as pontas dos dedos pela minha pele e franziu a testa. — Essa é uma mão muito lisinha para um homem trabalhador, sabia? Isso me deixa um pouco preocupada.

— É porque eu estudei muito para ter um bom trabalho de escritório — respondi.

— As suas mãos são quase mais macias do que as minhas! Fiquei até com vergonha... acho que preciso fazer uma esfoliação nas minhas — ela disse, soltando uma risadinha.

— Você precisa calar a boca. Isso sim é o que você precisa fazer — murmurei em um tom rouco e dominador.

Ela riu, sem se abalar com a minha ordem. Mas ao continuar deslizando o polegar pela minha palma direita, a Moon travou o movimento no meio de um relevo grosso na minha pele.

— O que é isso aqui? — ela perguntou, passando o dedo por cima da marca profunda.

— Uma cicatriz — respondi, o tom fechando de imediato.

— O que aconteceu?

— Nada demais.

Antes que ela pudesse fazer mais perguntas sobre a cicatriz que cruzava a minha mão, puxei a cintura dela para cima e me levantei da poltrona de uma vez só.

A Moon soltou um pequeno grito de surpresa. Instintivamente, ela enlaçou as pernas vestidas na meia arrastão ao redor do meu quadril, colando a calcinha preta na minha virilha. Ela jogou os braços ao redor do meu pescoço para não cair, espalhando as mãos pequenas pelas minhas costas nuas e sentindo cada músculo da minha coluna enquanto eu a carregava para o quarto.

Passei a ponta da minha língua suavemente pelos lábios desenhados da Moon, subindo para dar um beijo carinhoso na bochecha macia dela e outro bem na ponta do seu nariz. Sentir a pele dela arrepiar contra a minha boca era uma sensação viciante.

Ela soltou um sorriso fraco, a respiração quente batendo no meu queixo.

Em seguida, entreabri a boca dela e enfiei a minha língua com delicadeza, envolvendo a língua dela em um beijo calmo, profundo e ritmado. A Moon não recuou. Ela retribuiu o toque com uma entrega quente, sugando a minha língua de volta e ajeitando os braços ao redor do meu pescoço.

Desci a minha mão limpa pelas costas nuas dela, contornando a espinha até chegar na bunda farta. Encaixei os meus dedos na carne macia da nádega dela por cima da meia arrastão e apertei com força, ouvindo a garota soltar um arfar baixinho contra os meus lábios.

— Você tem uma bunda maravilhosa, ratinha — murmurei em um tom rouco.

Ela riu fraco, afastando a boca da minha por alguns milímetros.

— Você é meio tarado por bunda, né? — ela brincou, a voz falhada de excitação.

— Eu sou tarado por você — respondi direto, a gravidade da minha voz fazendo o corpo dela estremecer no meu colo.

— Eu não entendo você... nunca vi esse tipo de coisa na minha vida — ela murmurou, franzindo a testa por baixo da venda de seda preta.

Soltei um riso baixo perto da orelha dela.

— Um dia você entende. Ou talvez nunca entenda. No fundo, não faz a menor diferença.

Atravessei o camarote principal e a deitei devagar no centro da cama de casal. A Moon afundou no colchão macio, os cabelos loiros espalhados pelo lençol, a lingerie preta e a meia arrastão destacando cada curva do corpo dela no escuro.

— É agora que a gente vai começar? — ela perguntou, o peito subindo e descendo rápido de ansiedade.

— Sim. Mas primeiro eu quero tocar em você — avisei, ficando de joelhos no colchão entre as pernas dela.

— O quê? Mas você já me tocou! — ela reclamou.

Segurei o quadril farto dela com as duas mãos, usando a minha força física para girar o corpo dela de barriga para baixo na cama.

A Moon soltou um arfar de surpresa quando o peito dela colou no lençol e o seu quadril ficou erguido na minha direção, com a bunda perfeita moldada pela meia arrastão exposta para mim. Acomodei o meu peso sobre as pernas dela, puxando o lubrificante e a embalagem da proteção do meu bolso.

— Bom... agora a festa vai começar de verdade — avisei, a minha voz saindo perigosamente baixa no escuro do camarote.

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NOTA DE AUTORA: A FESTA VAI COMEÇAR! 🗣️🔥

Espero que tenham se divertido com esses dois.

Quem aí já está passando mal de ansiedade para ver onde isso vai dar?! 🌡️🌶️

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Vocês querem essa maratona ou não querem?!

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LEMBRANDO QUE A HISTÓRIA NOVA JÁ ESTÁ NA PLATAFORMA - Arthur & Charllote

Me Casei com Gigolô e Ele Era Meu Noivo Fugitivo Bilionário

Conto com vocês! 💋👋🚨

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