Entrar Via

A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 241

POV/ Moon

(POV: SENHOR C)

Fiquei observando a Moon sentada na cadeira de veludo, girando a haste da taça de vinho entre os dedos finos. A iluminação suave da cabine refletia na pele clara do rosto dela, denunciando a respiração curta e o nervosismo evidente. Apontei o queixo na direção das cúpulas térmicas sobre a mesa.

— Quer que eu sirva os pratos agora? — perguntei, a minha voz saindo arrastada por trás da máscara de Salvador Dalí.

Ela parou de girar a taça e me encarou, apertando os lábios pintados de vermelho.

— Será que a gente pode comer depois? — ela pediu, a voz saindo um pouco esganiçada. — É que... vai que eu vomito.

Soltei uma risada baixa, rouca, encostando o quadril na beirada da mesa de jantar.

— Você está tão nervosa assim? — perguntei.

— Sim — ela confessou de imediato, engolindo em seco. — Eu estou muito nervosa. Eu não sei direito o que você vai fazer comigo e o meu estômago está embrulhado.

A honestidade dela era um golpe direto no meu peito. Afastei o corpo da mesa e estendi a mão na direção dela.

— Então vem comigo.

Ela deixou a taça quase vazia sobre a mesa, levantou da cadeira e seguiu os meus passos. Caminhei pelo corredor de madeira do iate e abri a porta de um lounge privativo no fundo da embarcação. O ambiente era revestido em tons escuros, iluminado apenas por feixes de luz indireta no teto. No centro do piso, uma barra de pole dance de metal polido ia do chão ao teto.

Caminhei até uma poltrona de couro larga no canto da sala e me sentei, afastando as pernas e apoiando os braços no encosto. A Moon ficou parada perto da porta, apertando as mãos na frente do vestido vermelho, olhando para a barra de metal e depois para a minha máscara.

— Dança para mim — ordenei em um tom absoluto, ecoando no silêncio do cômodo.

Ela arregalou os olhos.

— O quê? Eu não sei fazer isso...

— Dança para mim, Moon, e a gente começa o seu jogo — repeti, a voz pesando com autoridade.

Ela puxou o ar pela boca, o peito subindo e descendo rápido. O álcool do vinho parecia circular pelo sangue dela, dando o empurrão de coragem que a garota precisava. Ela caminhou devagar até o centro da sala e parou perto da barra de metal.

Levou as mãos até as alças do vestido vermelho e as empurrou para baixo dos ombros. O tecido fino escorregou pelo corpo dela e caiu no chão em uma poça escura.

— Eu nunca tinha dançado na minha vida — ela confessou em um sussurro, o rosto corado de vergonha e excitação.

— Eu sei. E mesmo assim foi a coisa mais excitante que eu já vi — respondi, deslizando os polegares pela lateral do quadril dela.

Eu acompanhava cada detalhe da evolução dela. Ver aquela garota tímida, cheia de medos e inseguranças, se transformando em uma mulher confiante o suficiente para rebolar no meu colo e reivindicar o próprio desejo, mexia com a minha cabeça de uma forma que nenhuma outra mulher tinha conseguido.

Ela inclinou o quadril para a frente, roçando a região úmida e sensível da calcinha bem contra a cabeça do meu membro por cima do zíper. O atrito foi bruto. A fricção fez a minha visão escurecer por uma fração de segundo.

— Cuidado... — avisei em um sussurro grave, segurando a cintura dela com firmeza para frear o movimento. — Se você continuar esfregando assim, vai me machucar, ratinha. E vai acabar com a nossa brincadeira antes da hora.

Ela sorriu de canto, o peito subindo e descendo colado ao meu, visivelmente orgulhosa do efeito que causava em mim. A Moon jogou os cabelos loiros para o lado, marcando o final da sua dança sensual, e ajeitou a postura sobre as minhas coxas. O meu corpo inteiro queimava. O meu membro latejava implorando por espaço, duro como pedra contra a base do quadril dela.

— Pronto — ela disse, a voz ofegante e cheia de audácia. — Eu terminei a minha parte. Agora eu vou fazer as minhas três perguntas.

Encarei os olhos claros dela na penumbra do lounge, os meus dedos apertando a carne da sua cintura.

— Estou ouvindo. Faça a primeira.

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário