Entrar Via

A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 221

POV/ ROCCO

O calor do corpo da Sky subia direto contra o meu peito nu. Senti os músculos das costas dela se contraírem quando comecei a passar as minhas unhas devagar pelas laterais da cintura dela, descendo pelas costelas até a curva do quadril farto. Minhas unhas arranhavam a pele clara com uma pressão média, desenhando trilhas pálidas que logo ficavam rosadas, fazendo o corpo dela se arrepiar inteiro debaixo de mim.

Ela balançava a cabeça de um lado para o outro, soltando gemidos roucos, totalmente entregue ao estímulo. Afastei o meu peso de cima dela e me ajoelhei entre as pernas abertas da minha ruiva. O zumbido dos dois motores preenchia o silêncio do quarto vermelho, ditando o ritmo daquela insanidade.

Levei a minha mão até a entrada do c* dela, onde o vibrador menor de silicone vermelho continuava latejando. Segurei a base do aparelho e o puxei para fora com um movimento lento, sentindo o músculo circular se contrair imediatamente para tentar fechar o vazio. A Sky soltou um gemido sôfrego, achando que receberia algum alívio, mas eu não dei tempo para ela respirar.

Enfiei o meu dedo indicador direto na abertura estreita e lubrificada, forçando a entrada ríspida. Ela arqueou as costas na mesma hora, os pulsos forçando as cordas de algodão soft na cabeceira da cama. Sem a menor cerimônia, empurrei o meu dedo médio logo em seguida, enfiando dois dedos de uma vez dentro do c* dela, esticando as paredes apertadas até o limite da elasticidade.

A Sky soltou um grito ruidoso contra o colchão, o quadril gordinho tremendo por cima da almofada triangular.

Usei a minha outra mão livre para espalmar a virilha dela até chegar no seu ponto sensível pressionando o meu polegar direto contra o clitóris que saltava de tanta umidade. Comecei a massagear a intimidade dela com movimentos circulares, pesados, enquanto os meus dois dedos continuavam fodendo o c* dela por trás em um ritmo contínuo e ríspido, quando ela arqueou as costas e seus gemidos aumentaram, ela estava perto do apíce eu parei.

Puxei os meus dedos de dentro dela. A Sky soltou um ganido de frustração, o corpo inteiro sofrendo um espasmo pela interrupção abrupta do prazer que estava prestes a explodir. Peguei o chicote de pontas trançadas que estava jogado ao lado do colchão.

— Rocco... Rocco, me deixa... eu quero g***** — ela implorou com a voz rouca, o choro misturando-se com a saliva que molhava o lençol. — Por favor, me deixa chegar lá.

— Não — respondi curto, a minha voz saindo grossa, colada na orelha dela. — Hoje não, Bittencourt. Você os vai fazer o que eu mandar.

— Por favor, Rocco. Por favor... faz parar, eu preciso descarregar isso — ela continuou suplicando, os joelhos dobrados para fora na posição de rã.

— Não. Não mesmo, ruiva — ditei a recusa, mantendo a tortura psicológica no ápice.

Desferi um golpe firme bem na nádega direita dela. O estalo do couro cortando o ar foi seguido pelo som do impacto na carne macia. A Sky soltou um grito alto, os ombros subindo com a dor aguda que reiniciou o sistema nervoso dela, afastando o orgasmo que estava na ponta do penhasco.

Sem dar descanso, desferi outro golpe na nádega esquerda. O couro mordeu a pele cheia de sardas com força. Dois vergões compridos e vermelhos subiram na mesma hora na bunda dela, contrastando com o óleo de massagem que brilhava sob a luz vermelha.

Aproximei o meu corpo por trás, segurando o quadril farto dela com as duas mãos grandes, fincando os meus dedos na carne até deixar marcas pálidas. Volteis a passar a minha língua por toda a extensão daquela pele castigada, deixando leves mordidas nas bordas das nádegas dela, ouvindo os dentes dela rangerem de tanta agonia sensorial.

Estiquei o braço e segurei a base do vibrador maior que ainda estava inserido na b***** dela, trabalhando na velocidade máxima. Puxei o aparelho para fora devagar, e inseri novamente, várias vezes em sua abertura rosada e então, com um movimento bruto eu retirei e enfiei no c* dela de uma vez só.

Ela gritou alto, balançando todo o corpo dela.

Deixei o vibrador maior trabalhando no ânus dela e mudei o foco da minha mão livre. Levei meus dedos direto para a frente e comecei a masturbá-la com dois dedos rapidamente, enfiando-os fundo na b***** dela.

O calor ali dentro era absurdo, um forno apertado, e a reação biológica dela foi imediata respondeu jorrando tanta umidade que o líquido escorreu grosso, ensopando completamente os meus dedos e derramando pelas minhas mãos. Ver aquela quantidade de lubrificação natural cobrindo a minha pele me deixou completamente doido de tesão.

Ela balançava o quadril de um lado para o outro por cima da almofada, totalmente desgovernada pela sensação. Desferi alguns t***s nas coxas dela, movimentos ritmados e firmes que estalavam contra a pele quente na transição para a bunda. A pele ardia em fogo e a b***** dela respondia contraindo com força ao redor dos meus dedos, derramando ainda mais calor.

Sempre que eu percebia que as contrações internas dela iam se fechar em um orgasmo inevitável, eu parava tudo. Afastava as mãos, tirava os estímulos e a deixava flutuando naquele vazio insuportável da quebra de ritmo, forçando a mente dela a focar apenas na necessidade da próxima ordem.

— Rocco... por favor... eu não aguento mais — ela soluçou alto, os dedos cravados na cabeceira de ferro, os ombros subindo e descendo em lufadas rápidas de ar. — Por favor. Por favor.

Segurei o queixo dela por trás, puxando a cabeça da minha ruiva para o lado com firmeza para obrigá-la a me olhar de relance. Os olhos castanhos dela estavam completamente dilatados, nublados pelo torpor do sofrimento e do prazer misturados.

— Você quer que eu acabe com isso, Bittencourt? — perguntei, a minha respiração quente batendo contra a bochecha cheia de sardas dela. — Então implora.

— Me fode — ela implorou, quebrando a última linha de resistência e entregando o controle total da alma dela nas minhas mãos. — Por favor, me fode. Me fode com força.

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário