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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 203

POV: MOON BITTENCOURT

Sakura e o namorado já estava me esperando enfrente ao predio.

Ele dirigiu por alguns minutos até chegarmos a fazenda.

Ele era um cara alto, consideravelmente bonito, e combinava perfeitamente com o estilo dos amigos que circulavam pelo gramado da propriedade. Assim que passamos pelas grandes portas rústicas, o som pesado da música eletrônica ecoou pelo ambiente e o movimento de dezenas de pessoas fantasiadas tomou conta do salão principal.

A primeira coisa que fiz assim que cruzamos o umbral foi enfiar a mão na bolsa de lona e puxar o iPhone de última geração para checar o visor. A tela brilhava com o registro de seis notificações perdidas. Senti meu estômago encolher com o aviso visual, mas a pressa e o medo falaram mais alto; eu não quis abrir as mensagens para ver o que era naquele momento.

Bloqueei o aparelho rápido, guardei o celular no fundo da bolsa de volta e rumei direto para a bancada do bar.

Pedi um drink forte e virei quase de uma vez, sentindo o calor do álcool descer queimando pela garganta. Logo em seguida, peguei o segundo copo e bebi mais um pouco. O líquido ajudou a anestesiar a rigidez que teimava em travar os meus ombros desde que saí de casa.

Sakura logo se misturou ao grupo de convidados, puxando o namorado pela mão, e começou a se divertir sob as luzes coloridas da pista. Eu tentava me manter discreta perto de uma das pilastras, mas depois de algum tempo uma sensação incômoda começou a pinicar a minha pele.

Uma percepção física de estar sendo observada, fez um arrepio frio subiu pela minha espinha. Corri os olhos pela multidão, desviando das fantasias de monstros, heróis e vampiros, até que a minha vista travou exatamente do outro lado do salão.

Havia uma pessoa parada perto da área dos sofás. O sujeito era muito alto, muito grande, com ombros largos que se destacavam no meio da multidão.

Ele vestia roupas de motoqueiro totalmente escuras e usava uma máscara de palhaço bizarra, com um sorriso estático e dentes pintados que me fizeram dar um passo involuntário para trás pelo susto. Fiquei encarando a figura por alguns segundos, tentando acalmar os meus batimentos cardíacos e pensando que era apenas uma brincadeira, um convidado querendo causar impacto com o visual temático.

Virei as costas e caminhei apressada em direção ao corredor dos banheiros, precisando de um minuto de silêncio para recuperar o fôlego. Tranquei-me em uma das cabines e, com os dedos trêmulos, puxei o celular de luxo de dentro da bolsa para olhar as mensagens do Senhor C.

As frases dele estavam enfileiradas no visor, ríspidas e curtas.

"Não é para você ir."

"Não saia de casa."

"Me responde."

"Te achei."

O ar sumiu dos meus pulmões na mesma hora. Meus dedos bateram no teclado com pressa, enviando a resposta imediata:" Como assim me achou?"

O retorno não demorou nem dez segundos. O visor acendeu.

"Você está muito bonita, só que você está com a roupa muito indecente. Você não acha? "

— O quê? — perguntei a mim mesma. Mas não digitei mais nada.

"Você está aqui. Eu sempre estou onde você está."

"Isso é muito estranho". Digitei de volta, o coração batendo com tanta força que eu conseguia ouvir o eco nas minhas têmporas.

"Você está com medo?". A pergunta dele surgiu na tela.

"Com certeza. Eu estou com medo". Respondi, sem tentar bancar a corajosa.

"Não seja boba, eu já dise não machucaria você. Estou apenas te protegendo."

Eu ia gritar por socorro, ia usar as unhas para rasgar a cara dele, mas uma sombra gigantesca brotou do escuro do gramado com a velocidade de um predador.

Antes que os dedos do rapaz pudessem sequer tocar o meu tecido, uma mão enorme fechou-se em volta do pulso dele como uma prensa de metal. O movimento foi de uma brutalidade cirúrgica. Houve um estalo úmido, um som nítido de osso se partindo sob uma pressão violenta e impiedosa.

O rapaz soltou um uivo desesperado de dor, os joelhos cedendo imediatamente enquanto ele caía de joelhos no gramado, segurando o braço quebrado com a outra mão. O choro de agonia dele cortou o silêncio do pátio externo.

Recuei três passos rápidos, batendo com as costas contra o tronco de uma árvore próxima, a minha respiração totalmente travada na garganta pelo choque da cena.

O homem gigante com a máscara de palhaço e roupas de motoqueiro continuava de pé bem ali, pairando sobre o corpo do convidado que gemia no chão. A imensidão física dele parecia engolir a pouca claridade que vinha das janelas.

— Cara, você está doido?! — o rapaz no chão berrou entre soluços, a voz esganiçada pelo sofrimento. — Eu só estava brincando! Que porra é essa?!

Eu não conseguia mover um único músculo do meu corpo. Fiquei estática, os olhos cravados nos contornos daquela máscara de palhaço horrível, sentindo o meu coração martelar na base do pescoço enquanto a figura gigante virava o rosto lentamente na minha direção, sustentando o silêncio mortal da noite.

— Eu disse que cuidaria de você. — O homem mascarado voicerou com a voz grossa olhando para mim.

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Esse homem não brinca em serviço né?

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

#Punição??? Qual será dessa vez né!!!

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