Enquanto isso.
Ivânia já havia retornado ao salão principal, com a intenção de se despedir da Natália.
— A empregada já foi buscar o carrinho de bolo. Daqui a pouco, você e Otoniel vão cortar o bolo comigo. Espere até depois de cortarmos o bolo para ir. — Natália segurou a mão de Ivânia, persuadindo-a com um sorriso caloroso.
O olhar sincero e afetuoso da Natália tornou impossível para Ivânia recusar.
Tudo bem, ela iria embora depois de cortar o bolo, não havia pressa.
A família Serpa tinha muitos convidados, e Natália estava ocupada recebendo-os.
Ivânia sentou-se sozinha no jardim para um pouco de paz e sossego.
O jardim da família Serpa era muito bonito, com pavilhões, terraços e até um lago artificial.
Ivânia sentou-se em um banco à beira do lago, navegando por vídeos curtos em seu celular.
Enquanto estava absorta nos vídeos, Graciele se aproximou furiosamente e deu um tapa no celular de Ivânia, derrubando-o no chão.
— Ivana, o que você fez com Letícia e Flávia? Por que elas estão me evitando?! — Questionou Graciele.
No aniversário da Natália, as famílias Salazar e Pinto também compareceram.
Graciele viu suas duas melhores amigas e quis cumprimentá-las, mas Letícia e Flávia, ao vê-la, agiram como se ela fosse uma praga e se afastaram imediatamente.
Graciele decidiu que Ivânia devia estar por trás disso.
Ivânia deu uma risadinha, abaixou-se para pegar o celular do chão e então olhou para Graciele.
— Sabe por que da última vez eu só bati nelas e não em você? Quando se faz algo ruim em grupo e só você sai ilesa, quem vai querer andar com você de novo?
Da última vez, Letícia e Flávia se machucaram, e Valéria perdeu completamente a dignidade.
Apenas Graciele saiu ilesa.

VERIFYCAPTCHA_LABEL
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Morte Também É Renascimento