Devido à ganância, e instigados pelo assistente de Henrique, o Sr. Amaral, eles fizeram transmissões ao vivo chantageando publicamente Ivânia e Vanessa.
Quando a trama foi exposta, embora Ivânia não os tenha processado, ela cortou o auxílio financeiro que dava a Ramiro.
Sem esse dinheiro, a vida do casal tornou-se ainda mais difícil. Trabalhavam em vários empregos, cansativos e mal remunerados, e as brigas eram constantes.
Naquele dia, o pai de Ramiro e Sabrina tiveram uma discussão violenta. Eles se acusavam e xingavam mutuamente, e na raiva, esqueceram de fazer comida para a criança.
Ramiro, com fome e sede, foi à cozinha ferver água para fazer um miojo. Como ele era muito pequeno e a chaleira elétrica estava em um lugar alto, ao tentar alcançá-la, ele a derrubou acidentalmente. A água fervendo caiu sobre o corpo do menino, causando queimaduras graves.
O casal, apavorado, levou a criança imediatamente para o hospital.
Porém, diante das despesas médicas exorbitantes, ficaram sem saber o que fazer e só podiam chorar abraçados.
Sem saída, Sabrina lembrou-se do assistente de Henrique, Sr. Amaral. Ela ligou para ele e ameaçou: se ele não pagasse o tratamento, ela revelaria ao público que ele a havia instigado a caluniar Ivânia.
O Sr. Amaral cedeu e os levou para um hospital particular do Grupo Damasceno.
No início do tratamento, Ramiro estava melhorando, e o médico disse que não havia risco de vida.
Mas, uma semana após a internação, o quadro de Ramiro piorou subitamente, e os médicos pareciam não saber o que fazer.
Os pais queriam transferi-lo de hospital, mas fora do Grupo Damasceno, não tinham dinheiro para o tratamento.
Naqueles dias, os pais de Ramiro ficaram ao lado da criança, rezando dia e noite.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Morte Também É Renascimento