Zenobia assumiu uma postura de anfitriã e, friamente, pediu que fossem embora.
Vanessa não tinha motivos para ficar.
De qualquer forma, já o tinham visto.
Vanessa trocou mais algumas palavras de cortesia e, em seguida, puxou Ivânia para fora.
No momento em que a porta se fechou, Jefferson tossiu levemente e disse a Zenobia:
— Eu estou bem. No exército, passamos por coisas piores. Isso é apenas um arranhão. Não se preocupe.
Após falar, seu olhar se voltou instintivamente para a porta que se fechava lentamente.
— Mesmo sendo um arranhão, você perdeu tanto sangue, fiquei morta de preocupação. Jefferson, prometa-me que, não importa o que aconteça, você vai se proteger e não vai se machucar mais, tudo bem?
Zenobia segurou sua mão, com a voz embargada.
— Certo. — Jefferson respondeu com indiferença, retirando sua mão da dela sutilmente.
— Vou descansar um pouco. Peça para Vítor te levar para casa. Você não está bem, não pode se esforçar. — Disse Jefferson, deitando-se novamente e virando de costas.
Zenobia ainda lhe deu mais algumas recomendações para que descansasse e, então, foi embora.
...
Enquanto isso.
Ivânia já havia saído do hospital com Vanessa.
Vanessa dirigia, e Ivânia, no banco do passageiro, olhava pela janela, desanimada.
— Não tem nada que queira me dizer? — Vanessa perguntou de repente, segurando o volante.
Ivânia virou a cabeça lentamente em direção a Vanessa e perguntou, confusa:

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