Ivânia se instalou no apartamento de Jefferson.
Jefferson raramente voltava para casa, passando a maior parte do tempo no quartel.
Ivânia conhecia bem o Parque das Acácias e, com a companhia de Balote e Rita, seus dias eram confortáveis e agradáveis.
Rita preparava refeições variadas para Ivânia todos os dias, e Ivânia sentia que estava até ganhando peso.
— Rita, essa berinjela recheada que você fez está deliciosa, a textura é incrível. — Ivânia elogiou Rita com um polegar para cima enquanto mordia a berinjela frita, dourada e crocante.
— Meu pai era chef de restaurante, herdei o talento dele. — Brincou Rita, sorrindo. — Moqueca e caranguejada também são minhas especialidades, mas que pena que você é alérgica a frutos do mar, não pode provar.
Ivânia também suspirou. O corpo de Ivana era realmente muito sensível.
Depois do almoço, Rita pegou o estojo de primeiros socorros para trocar o curativo da ferida de Ivânia.
Enquanto pegava a gaze, ela acidentalmente derrubou outra caixa de remédios, que caiu no chão da sala.
— Isso são... antidepressivos? — Ivânia se abaixou, pegou a caixa e perguntou.
— Sim. — Rita assentiu, colocando a caixa de volta no fundo do estojo.
— Este remédio... é para a senhora? — Ivânia perguntou, tentando sondar.
Rita balançou a cabeça e suspirou.
— É do senhor.
— Do Sr. Ortega? Ele é tão jovem, não parece doente. — Ivânia fingiu surpresa, continuando a perguntar.
Rita continuou a balançar a cabeça, suspirando.

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