"Quase caí agora há pouco, fui amparada por um homem estrangeiro."
Os passos de Gregório pararam, seu olhar mudou repentinamente e ele perguntou com voz grave: "Homem estrangeiro? Como ele era?"
"Loiro, olhos azuis, vestindo um terno branco."
Sófia pensou um pouco e disse a verdade: "Disse que era um representante, eu não o conheço."
Um brilho frio passou pelo fundo dos olhos de Gregório. Ele baixou a cabeça para olhar Sófia e, vendo que ela estava bem, suspirou aliviado.
Ele estendeu a mão e a puxou para seus braços, com a voz grave e firme: "No futuro, não ande sozinha por aí. Os banquetes são lugares onde se mistura todo tipo de gente, tenha cuidado."
Sófia assentiu, aninhada em seus braços, sentindo o cheiro familiar de cedro nele, e aquela pequena inquietação em seu coração se dissipou instantaneamente sem deixar vestígios.
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No centro do salão de festas, havia uma apresentação.
Lá em cima, Ângela Tavares, em um vestido longo branco, estava sentada ao banco do piano.
Lucas Dutra estava em um canto, segurando uma taça de champanhe entre os dedos, com o olhar fixo no palco.
Ele estava lá esta noite representando a NexGen Tecnologia para participar desta cúpula e não tinha intenção de socializar. Naquele momento, ouvindo o som familiar do piano, uma emoção complexa surgiu no fundo de seus olhos.
Ângela era uma velha conhecida de sua mãe. Ele não esperava que ela aceitasse o convite para o banquete e subisse ao palco para se apresentar.
Quando a música terminou, o salão explodiu em aplausos calorosos.
Ângela levantou-se e fez uma reverência, com um sorriso gentil no rosto. Ela guardou as partituras e caminhou em direção aos bastidores.
No entanto, assim que desceu do palco, um homem gordo e de orelhas grandes bloqueou seu caminho.
O homem era o Diretor Franco, que fez fortuna no ramo imobiliário. Contando com sua riqueza, ele costumava agir de forma dominadora no círculo social e gostava especialmente de assediar mulheres jovens e bonitas.
Um som estalado de "pá" soou extremamente agudo no salão de festas barulhento.
Ângela teve o rosto virado pelo tapa, e uma marca clara de mão surgiu instantaneamente em sua bochecha lisa.
Ela congelou no lugar, com os olhos vermelhos, mas teimosamente se recusou a chorar, tremendo levemente por todo o corpo.
O Diretor Franco queria dizer mais algumas obscenidades, mas uma mão de repente se estendeu do lado e segurou firmemente seu pulso.
Lucas havia se aproximado sem que percebessem. Seu rosto estava frio, seus olhos gelados como gelo, e a força em sua mão era surpreendente, apertando o Diretor Franco até ele fazer uma careta de dor.
"Lu... Diretor Dutra?"
O Diretor Franco o reconheceu, e a arrogância em seu rosto desapareceu instantaneamente, substituída por um sorriso bajulador: "Como o senhor veio parar aqui? Este é um pequeno assunto entre mim e a Srta. Tavares, não vou incomodá-lo com isso."
Lucas não disse nada, apenas aplicou um pouco mais de força, e o Diretor Franco gritou de dor.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Glória da Ex-Esposa
Ah não! Pq não continuam?????...