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A Glória da Ex-Esposa romance Capítulo 1257

Do outro lado.

Daniel encontrou Gregório e os outros.

O olhar de Daniel pousou no peito de Gregório, suas pupilas se contraíram abruptamente e seu rosto escureceu instantaneamente.

A gaze, que mal continha o sangramento, estava agora encharcada de sangue vermelho vivo, espalhando-se a uma velocidade visível, com os sinais claros de que a ferida havia se rompido.

"A ferida se abriu", disse Daniel.

Ele se virou e abriu o porta-malas do veículo off-road, onde estavam cuidadosamente arrumados kits de primeiros socorros e dois coletes à prova de balas pesados.

"Rápido, ajudem-no a descer!"

Sófia segurava Gregório, vendo o homem tremer de dor, o suor frio em sua testa misturando-se com a neve que escorria, os lábios mordidos até ficarem brancos. No entanto, ele não emitiu um único gemido, apenas um murmúrio sufocado vindo de sua garganta.

As pontas de seus dedos tremiam violentamente, a gaze em suas mãos estava manchada de sangue quente, e a sensação pegajosa fazia seu coração doer em espasmos.

O corpo de Gregório era pesado. Sófia, com um esforço tremendo, e com a ajuda de Daniel, que se aproximou, conseguiu levá-lo para um local plano na neve.

Daniel agachou-se e abriu o kit de primeiros socorros com movimentos ágeis. Algodão antisséptico, pinças hemostáticas, fio de sutura, um a um, ele os retirou com precisão.

"Segure os ombros dele."

Daniel ordenou sem levantar a cabeça, a pinça hemostática em sua mão já segurando um algodão com álcool, pressionando-o firmemente na borda da ferida aberta de Gregório.

Gregório estremeceu de dor, debatendo-se instintivamente, a testa franzida em um nó, o rosto branco como papel.

Sófia rapidamente estendeu a mão para segurar seus ombros, as pontas de seus dedos tocando sua pele febril, o coração apertado.

Ela observava os movimentos eficientes de Daniel, a ferida horrenda empalidecendo sob o iodo, e as lágrimas brotavam em seus olhos, mas ela não ousava deixá-las cair.

"Os homens de Vicente bloquearam os postos de abastecimento do campo de gelo nas proximidades."

Daniel, enquanto limpava a ferida rapidamente, relatou em voz baixa: "O rastreamento por satélite mostra que o carro deles chegará em dez minutos. Não temos tempo a perder."

"Mas, mais importante do que a dor, é viver."

Ela respirou fundo, pegou o sedativo e inseriu a agulha na veia de Gregório.

O líquido gelado foi injetado lentamente, e o corpo tenso do homem gradualmente relaxou.

Daniel aproveitou a oportunidade para acelerar seus movimentos. Estancar o sangramento, suturar, enfaixar, tudo em uma sequência fluida.

Seus dedos estavam manchados de sangue, mas assustadoramente firmes, cada ponto caindo precisamente na borda da ferida.

Sófia agachou-se ao lado, passando-lhe gaze e desinfetante, observando a ferida horrenda ser coberta por camadas de gaze, e seu coração em suspenso finalmente se acalmou um pouco.

"Vista isto."

Daniel jogou um colete à prova de balas para Sófia e pegou outro, ajudando Gregório a vesti-lo com dificuldade. "Os homens de Vicente têm armas. O colete à prova de balas oferece uma camada extra de proteção."

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