Logo ao dar o primeiro passo, ele foi parado por Sophia Lemos.
— Arthur, eu te procurei por tanto tempo. Então você está aqui. Aonde você vai? — Sophia o puxou pelo braço: — Eu ainda estava te esperando, nós íamos comer juntos, lembra?
Arthur, com o rosto impassível, não disse uma palavra e puxou a mão de volta.
Ele chamou Jonas Mendes, pedindo que acompanhasse Sophia de volta ao quarto dela.
Jonas estava logo ali perto e, ouvindo o chamado, foi até eles imediatamente.
— Arthur... — Sophia estava relutante em ir e o fitou com um olhar carente.
O homem não falou nada, sem demonstrar qualquer emoção, deu as costas e foi embora.
Sophia não pôde fazer nada além de olhá-lo sumir na distância.
Jonas pressionou levemente os lábios: — Sra. Sophia, por favor, me acompanhe, o Sr. Diniz me mandou acompanhá-la.
— Eu vou sozinha.
Jonas ficou parado e não se mexeu.
— O Sr. Diniz me deu ordens, eu só obedeço. — Jonas repetiu de forma obstinada, demonstrando claramente que não faria o que ela queria.
Sophia mordeu os lábios e lançou um olhar irritado a Jonas, mas com uma expressão de total inocência: — Sr. Mendes, eu sou muito irritante, não sou...?
Jonas respondeu secamente: — Se o Sr. Diniz gosta de você, é isso que importa.
A resposta soava completamente vaga e ambígua.
Mostrando bem por que estava ao lado de Arthur, ele não lhe deu uma resposta clara, mas, ao mesmo tempo, lhe deu a resposta necessária.
Sophia sabia que não tiraria vantagem alguma com Jonas ali, e no fim, ela acabou saindo acompanhada por ele.
— Então não vou mais te atrapalhar, eu me sinto tão mal por ter que pedir para você me acompanhar o tempo todo.
Jonas abriu um sorriso polido: — É apenas o meu trabalho.
Enquanto sorria, o seu coração estava amaldiçoando ela.
Se ela sabia que era um incômodo, deveria causar menos problemas.

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