Mas, na entrada da prisão, Beatriz foi impedida rigidamente de entrar.
Beatriz estreitou os olhos: — Meu pai já passou mal várias vezes, como filha não tenho o direito de entrar para vê-lo? Se a situação do meu pai estiver ruim, eu vou tirá-lo daqui e levá-lo a um hospital lá fora.
— Srta. Beatriz, nós também temos as nossas regras, por favor, não dificulte as coisas para a gente.
Ela mordeu o lábio, tentando forçar a entrada, mas não conseguiu.
Ao receber a notícia, Felipe correu até o local a toda pressa e agarrou-a pela mão: — Venha comigo.
Sendo puxada, Beatriz franziu a testa, olhava para a prisão a cada passo que dava, mas por fim acompanhou-o e entrou no carro.
Ao mesmo tempo.
Arthur tinha acabado de descer do carro e viu a cena de Felipe conduzindo Beatriz pela mão.
O homem franziu a testa, e os passos que dava em direção a eles pararam. Com o olhar sombrio, ele tirou um cigarro do bolso, irritado, colocou-o na boca e acendeu-o.
Jonas Mendes não suportou ver aquilo, parou ao lado e disse: — Por que a senhora está sempre tão próxima a esses homens? Sr. Diniz, não vai até lá?
— Para quê? Tirá-la de lá à força? — Arthur soltou uma risada fria. — Aí ela vai resistir ferozmente, vai ficar com o emocional abalado de novo e desmaiar.
Ele não queria passar por aquela situação pela segunda vez.
Na última vez que Beatriz havia desmaiado, por um instante a sua mente ficou em branco.
Ele detestava aquele sentimento, odiava não ter o controle de tudo.
Ele sempre fora uma pessoa lógica, que sabia exatamente o que fazer e não do tipo que ficava perplexo e sem ação daquele jeito.
Arthur deu uma tragada profunda no cigarro, abriu a porta traseira, entrou no carro e disse friamente: — Quais são os meus compromissos de trabalho para os próximos dias?
Jonas Mendes relatou todos os compromissos fielmente.
— Cancele todos.

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