Vivienne desliza as mãos pelo abdômen de Dominic, os dedos explorando cada linha e contorno de seus músculos firmes, subindo lentamente com confiança. Quando suas mãos alcançam o pescoço dele, ela o envolve delicadamente, inclinando-se para roçar os lábios nos dele, em uma provocação que arranca um suspiro pesado de sua boca.
Satisfeita com a reação, ela se inclina ainda mais, unindo seus lábios em um beijo quente e necessitado, cada movimento cheio de desejo. O beijo é intenso, profundo, até que ambos se veem sem ar. Então, sem aviso, Vivienne empurra-o para a cama, sorrindo ao ver o olhar de surpresa e desejo em seus olhos.
Acomodando-se sobre ele, ela sente o impacto de sua presença, o efeito que tem sobre ele. Suas mãos escorregam lentamente pelos ombros dele, descendo até o abdômen novamente, seus movimentos deliberadamente lentos.
— Você se acha tão confiante, Dominic! — Vivienne murmura, inclinando-se até que seus lábios fiquem a um fio de distância do canto da boca dele. Um beijo fantasma, leve o suficiente para provocar, mas nunca o suficiente para satisfazer. — Mas, no fundo, você é apenas um homem esperando que alguém te ensine o que é prazer de verdade.
Ela move os quadris lentamente, sentindo a tensão no corpo dele aumentar, cada movimento dela arrancando um suspiro baixo e contido. Dominic abre a boca para responder, mas suas palavras ficam presas quando os dedos dela sobem novamente, traçando uma linha pela lateral de seu pescoço até parar onde seu pulso b**e rápido, denunciando o desejo que ele tenta controlar.
— Percebe o poder que tenho sobre você? — Continua, a voz baixa e envolvente, como um sussurro que se infiltra em seus pensamentos. — Você acha que me provoca, mas olhe para você agora, imóvel, completamente à minha mercê. — Provoca, suas unhas deslizam pelo pescoço dele, suaves, mas o suficiente para intensificar o momento.
— Vivienne. — Dominic adverte, enquanto suas mãos deslizam pelas costas dela, subindo até seus cabelos. Seus dedos se enredam com firmeza, e ele puxa levemente, inclinando o rosto dela para trás, expondo o pescoço de forma tentadoramente vulnerável.
Ele se inclina, seus lábios roçando o queixo dela antes de morder levemente a pele sensível. O gesto provoca um gemido suave de Vivienne, que escapa de seus lábios como se ela não pudesse mais conter as sensações que ele desperta.
— Irei te mostra…
— Shh… — Interrompe, pressionando um dedo contra os lábios dele, um sorriso provocador surgindo em seu rosto. Seus quadris continuam a se mover sobre ele em um ritmo lento, uma provocação inevitável. Dominic cerra os dentes, os músculos de seu corpo tensos, enquanto tenta, inutilmente, recuperar o controle que claramente escapa de suas mãos. — O que você quer fazer, Dominic? — Pergunta, o tom carregado de malícia e tentação, os olhos fixos nos dele, como se desafiasse sua resistência.
Ela não lhe dá tempo para responder. Inclina-se e toma seus lábios em um beijo profundo, quente, um choque de desejo que os deixa sem ar. As respirações de ambos se misturam, aceleradas, enquanto se perdem na intensidade do momento.
— Você não tem ideia do que está despertando, diabinha. — Murmura, cada palavra carregada de um desejo intenso. Seus olhos fixam-se nos dela, e a excitação em seu tom é perceptível, embora o controle evidente em seu olhar pareça prestes a desmoronar.
— E você também não. — Rebate, um sorriso provocador curvando seus lábios, enquanto se inclina, roubando um beijo rápido que termina antes que ele possa reagir. — Sei muito bem jogar esse jogo. — Provoca, levantando-se abruptamente, os olhos brilhando com satisfação ao ver a surpresa e a confusão estampadas no rosto dele. Ela ajeita o roupão com calma, como se estivesse deliberadamente ignorando a tensão que acabou de criar. — Parece que essa é a segunda vez que você perde, senhor Muller. — Acrescenta, sua voz carregada de ironia.

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