Valentina Carneiro respondeu também com muita classe:
— Ah, seu marido saiu cedo pra ganhar dinheiro e comprar rosas pra você!
Dizer que não sentia inveja seria mentira!
No começo, todos achavam que Lavínia Paz tinha feito uma escolha ridícula ao se casar com um “vegetal” durante o jantar de família.
Mas, de repente, o marido “vegetal” despertou — e ainda reassumiu o comando do Grupo Marques.
O valor de Lavínia Paz subiu junto com o dele.
— Que maravilha — respondeu Lavínia Paz, exibindo um sorriso ainda mais radiante. Ela imediatamente chamou dois seguranças para levar as rosas até o andar de cima.
Logo em seguida, também saiu para trabalhar.
Elisa Barbosa chegou antes dela e, naquele momento, conversava animadamente com os colegas. Quem sabe a pessoa de quem estavam falando fosse ela mesma.
Dois colegas lançaram olhares de desprezo para Lavínia Paz, mas ela não se incomodou: essas pessoas não tinham poder algum sobre ela.
Às nove e meia da manhã, o departamento de design se reuniu para a reunião matinal.
O gerente, microfone em mãos, anunciou:
— O Concurso Nacional de Design de Moda está prestes a começar. Nosso departamento de design também irá participar, mas só temos uma vaga.
Mal terminou de falar, e um burburinho tomou conta do setor.
O departamento tinha trinta e cinco designers: trinta e cinco pessoas brigando por uma vaga.
A disputa interna já era acirrada; imagine então competir no concurso.
De repente, Lavínia Paz se lembrou da vida passada: no Concurso Nacional de Design de Moda, quem ganhou o troféu foi a filha mais velha da família Gomes, não foi?
O estilo dela era único. Lavínia realmente apreciava o trabalho da vencedora.
O gerente continuou:
— Claro, quem não quiser participar pode levantar a mão. Afinal, só vai um mesmo.
Elisa Barbosa jamais perderia essa chance de ganhar fama. Ela foi a primeira a levantar a mão para se inscrever na seleção interna do departamento.

VERIFYCAPTCHA_LABEL
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Renascida para Amar o Rei Adormecido