Com o cuidado necessário, ele se preveniu colocando a proteção e, em seguida, alinhou-se a ela. A penetração começou devagar, exigindo um breve suspiro de adaptação. Vittória ergueu as sobrancelhas, impressionada com a capacidade do próprio corpo de se moldar, expandir e acolher aquela presença tão marcante.
Eles encontraram um vaivém lento, cadenciado e profundo, embalado por respirações entrecortadas e gemidos involuntários.
— Ah, como você é deliciosa... Como é apertada e quente.
Ele murmurou, sentindo o calor ao redor de si.
Vittória movia a cabeça de um lado para o outro sobre o travesseiro. A pressão do corpo dele sobre o seu a prendia, mas a onda de sensações tornava impossível ficar imóvel.
— Você é minha!
Rosnou Valério, aumentando ligeiramente o ritmo, sentindo a entrega total dela.
— Toda sua...
Respondeu ela em um gemido longo, o olhar subitamente fixo no dele, profundo e transparente.
— Eu sou seu. Enquanto eu viver.
Declarou Valério, pausando por um segundo para olhá-la nos olhos antes de prosseguir nas investidas.
— Cada centímetro de você é meu, e cada centímetro meu pertence a você.
Disse ele em meio aos gemidos.
— Eu sou sua, eu juro! E de mais nenhum outro.

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