Ela se colou ao peito dele, escondendo o rosto na curva do seu pescoço e soltando um longo suspiro de alívio. Nicola permaneceu imóvel por um instante, sentindo os batimentos cardíacos dela contra os seus, até que ela se ergueu ligeiramente e murmurou contra sua pele:
— Você tem um cheiro tão bom...
— Juliana, eu quero dormir.
Alertou ele, embora a voz rouca desmentisse suas palavras.
— Eu não consigo...
Confessou ela, olhando-o nos olhos através da penumbra.
Foi o suficiente. Nicola travou a mandíbula quando a última linha de autocontrole se rompeu definitivamente. Em um movimento rápido e dominador, ele a virou de costas e colou o próprio peito contra a curvatura dela, a respiração entrecortada roçando sua orelha. Envolveu a cintura de Juliana com firmeza, espalmando a mão espessamente sobre o ventre dela e puxando seu quadril contra o dele.
— Você me provocou, Juliana...
Sussurrou ele, a voz grave e carregada de uma promessa perigosa.
— Agora não tem como fugir de mim. Eu te dei a chance de recuar.
Juliana sentiu o corpo todo estremecer. Ficaram ali por alguns segundos, as respirações descompassadas fundindo-se no silêncio do quarto enquanto o calor entre os dois atingia o ponto de ebulição. A ereção dele pressionava com força a curva de suas nádegas, rija e exigente, ultrapassando qualquer barreira lógica.
"É só sexo",

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