E agora, estar sob o peso daquele corpo, provando de sua boca e sentindo sua possessividade, fazia seu coração disparar em um frisson enlouquecedor.
Ela parou de pensar.
Um gemido manhoso escapou de sua garganta quando Nicola puxou a camisola de seda para cima, revelando sua pele à penumbra. Ele afastou o rosto por um segundo, e seus olhos intensos varreram o corpo dela com uma mistura de paixão, fúria e desejo. Sem delicadeza desnecessária, ele a desnudou por completo. O ar frio do quarto atingiu a pele exposta de Juliana, fazendo seus mamilos se enrijecerem instantaneamente.
Nicola baixou o olhar para o peito dela e soltou um grunhido rouco:
— Ah, Juliana...
O momento seguinte virou uma busca desesperada por contato puro. Roupas foram afastadas sem paciência, bocas e dedos duelando por mais espaço, mais pele, mais acesso. Quando as mãos de Juliana tatearam a cintura dele e alcançaram a rigidez do seu membro, pulsante, denso e quente , ela entreabriu os lábios em um arfar surpreso.
Nicola desceu os beijos pelo pescoço dela, pela curva do ombro, até abocanhar um dos seus mamilos com a língua, arrancando dela um suspiro alto. Juliana jogou a cabeça para trás, entregue às sensações, enquanto ele subia novamente pelo seu corpo, segurando seus cabelos com firmeza e encarando-a bem de perto.
— Você é perfeita... tão gostosa.
Rosnou ele, a voz grave e falhada exterminando o último resquício de racionalidade que restava a ela.
— Eu preciso foder você de novo. Uma vez não foi suficiente... só alimentou essa obsessão.
Sem conseguir formular palavras, Juliana apenas assentiu, completamente desarmada e trêmula. Ela abriu as coxas, convidando-o silenciosamente. Nicola levou a mão até a base do próprio membro, guiando-se com urgência, mas parou por um segundo. Tateou a mesa de cabeceira e buscou a carteira, abrindo-a rapidamente.
— Droga... usei as camisinhas ontem.


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