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Meu Ex Era Frio, Eu Casei de Novo romance Capítulo 57

Os olhos intensos de Nelson estavam fixos nela:

— E se eu te pedir para ir à minha casa esta noite, você vai?

A cabeça de Franciele zumbiu, quase explodindo.

Ele estava mesmo chamando-a para ir à casa dele à noite?

O que exatamente queria dizer com aquilo?

Ela abriu os lábios, prestes a responder.

De repente, ouviu o celular de Nelson tocar.

Ele atendeu, e uma voz masculina familiar soou do outro lado:

— Vai ter festa no iate hoje à noite. Não esquece de aparecer.

— Não vou. — Nelson recusou sem pensar.

Franklin ficou muito decepcionado:

— Não vai de novo? Sério? Já te chamei umas dez vezes ultimamente, e você nunca aparece. Qual é a sua?

Nelson respondeu em tom severo:

— Estou atolado de trabalho. Não tenho tempo para isso. E você acabou de casar, devia maneirar nessas festas.

Franklin não deu a mínima:

— Eu não queria esse casamento. Além disso, eu e aquela Eliana não temos nada a ver. Se ela não aguentar, melhor pedir o divórcio de uma vez...

Como Franciele estava bem perto de Nelson, conseguiu ouvir praticamente toda a conversa.

Então Franklin realmente não queria se casar com a irmã dela.

Não era à toa que tinha desaparecido logo depois do casamento.

Ele até torcia para que Eliana não aguentasse e pedisse o divórcio.

Nelson desligou o telefone e voltou a olhar para ela.

Franciele, que estava mergulhada nos próprios pensamentos, de repente sentiu de novo o olhar dele sobre si.

Ao erguer um pouco a cabeça, encontrou os olhos escuros e profundos de Nelson.

Os olhares se cruzaram.

Franciele de repente se lembrou do que ele tinha dito antes.

Ele tinha acabado de convidá-la para ir à casa dele naquela noite?

Enquanto pensava em como responder, Nelson se virou primeiro, foi até a mesa e apertou o interfone para pedir à secretária que providenciasse o almoço.

Franciele soltou um suspiro de alívio.

...

Crash! Smash!

Era óbvio demais.

— Você vem comigo a um lugar esta noite.

Edson de repente segurou o ombro dela, aproximando-se e falando em tom autoritário.

Assim que viu que era ele, Franciele franziu as sobrancelhas.

— O que você quer agora?

Da última vez, ele a entregou a Fernando. Ela ainda nem tinha acertado as contas com ele por isso.

Como tinha a cara de pau de aparecer na frente dela de novo?

— Vem comigo e você vai descobrir. — O tom de Edson não admitia recusa.

— Não vou. — Franciele respondeu na hora.

O rosto de Edson escureceu:

— Você tem coragem de dizer “não” para mim?

Franciele o encarou com desconfiança:

— Eu sou sua irmã, não sua empregada. E vai saber que tipo de “boa intenção” você tem desta vez.

Edson se irritou:

— Olha como você fala comigo. Sou seu irmão de sangue, acha mesmo que eu faria algum mal a você?

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