Especialmente investir na empresa onde Dona Pereira brincava de empresária era simplesmente jogar dinheiro fora.
Mas Jackson mantinha um leve sorriso no canto dos lábios.
"Não tem problema, deixa ela se divertir."
Sem dinheiro, Celina não podia se afastar dele, e com Dona Pereira ajudando-a a gastar, Jackson ficava feliz em ver isso.
Dizendo isso, ele discou o número de Celina.
"Onde você está?" ele perguntou.
Celina tinha acabado de sair do restaurante Pederneira Verde, prestes a entrar no carro de Jessica.
"Onde você quiser que eu esteja, é onde estou."
"Tão obediente assim?"
A voz de Jackson soava bastante animada.
Celina não respondeu, apenas entrou no carro.
Jackson fingiu não saber que ela estava fora.
"Espere por mim, às cinco e meia vou passar no hospital para te levar ao casarão para o jantar."
"Certo."
Ao ouvir aquela voz submissa, Jackson sentiu-se como se estivesse em outra vida.
Queria tanto abraçá-la naquele momento e apertá-la com força.
"A reunião das cinco é com você, não me incomode se não for algo importante."
Depois de dar as instruções a João, Jackson pegou a broa de pêssego ainda quente da mesa e saiu.
Nesse instante, o celular de João tocou.
Após atender, ele correu imediatamente para o elevador.
"Diretor Tavares, a Srta. Tavares desmaiou no cemitério. Apesar de ter acordado com o socorro no local, ela insiste em não ir ao hospital com a ambulância."
Jackson olhou para ele, franzindo a testa...
Celina mal tinha entrado no carro e o telefone de Jackson tocou novamente.
"Aconteceu um imprevisto, não vou conseguir chegar a tempo."
Celina não fez perguntas. "Não tem problema, vou sozinha."
Jackson sentiu-se um pouco desapontado. "Eu queria alimentar você com a broa de pêssego ainda quente, mas a situação aqui é urgente."
"Tudo bem, só não chegue muito tarde, para não deixar a vovó chateada."



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