Entrar Via

Emprestar o Meu Marido pra Ter um Bebê romance Capítulo 592

A fofura da raposinha Nick a fez abrir um sorriso descontraído.

Afonso a observava, e as nuvens escuras que pairavam sobre ele há dias desapareceram por completo.

Ele realmente odiava admitir quantas vezes, durante aquela última semana, quisera ligar para ela apenas para saber como estava.

Não ligou por medo de atrapalhar. Sabia o quanto aquela competição significava para ela.

Naiara olhou ao redor.

— Onde está o José? Não veio com você?

— Pegou um resfriado. Mandei que ficasse no hotel descansando — respondeu Afonso.

— Resfriado? É grave?

— Está bem, só um pouco de febre. Antes de sair, o obriguei a tomar um antitérmico. Deve estar dormindo agora.

— Então, quando terminarmos por hoje, vou até lá vê-lo.

— Não! — Afonso recusou categoricamente.

— Por que não? — indagou Naiara.

— Ele vai passar o resfriado para você.

— Não vai, não. Minha imunidade é ótima.

— Não.

— Ah, me deixa ir... — Naiara fez um bico involuntário, num tom manhoso.

A expressão de Afonso suavizou um pouco. — Só por alguns minutos.

A competição começou com uma fase eliminatória, seguida pela grande final que decidiria os três primeiros lugares.

Após um dia inteiro de disputas, tanto a Tecnologia Vitalis quanto a Nuvem Pioneira se classificaram sem dificuldades.

Verdade seja dita, Carlos havia investido bastante esforço na preparação para aquele evento.

Ronaldo se aproximou de Carlos por trás. Ao ver que o chefe mantinha o olhar fixo na direção de Naiara, hesitou por um momento, sem saber se devia interrompê-lo.

Carlos desviou o olhar e disparou:

— O que foi?

— A Srta. Adriana acabou de me ligar. Disse que não consegue encontrá-lo.

Carlos desbloqueou a tela do celular e deu uma olhada.

Havia quatro chamadas perdidas, todas de Adriana.

Como o aparelho estava no silencioso, não tinha ouvido.

Naiara apontou para as portas e olhou para Afonso.

— Não vai me dizer que isso é coincidência, vai?

Ele respondeu com a maior seriedade do mundo:

— Não é. Eu perguntei na recepção qual era o seu quarto e disse que estávamos juntos, pedindo que nos colocassem o mais perto possível.

— Mas esse hotel está lotado esses dias! — exclamou Naiara. Era impossível que tivessem conseguido quartos contíguos do nada.

Afonso deu um tapinha no bolso da calça.

— O dinheiro abre qualquer porta.

Naiara não sabia se ria ou se chorava. — Da próxima vez, pode me dar o dinheiro em vez de gastar com o hotel. Também estou precisando.

— O seu salário do mês não é o suficiente?

— Ainda não terminei de pagar as despesas médicas da Natália.

— King! — A voz cheia de energia de Gualter ecoou pelo corredor.

Ao se aproximar, seus olhos astutos alternaram entre os dois.

— Vocês estão dividindo o quarto?

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Emprestar o Meu Marido pra Ter um Bebê