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Emprestar o Meu Marido pra Ter um Bebê romance Capítulo 997

Naiara perguntou:

— Para quem você enviou?

— Para o Fábio e para o Cícero. Eles são os meus melhores amigos, deviam compartilhar dessa minha alegria.

Naiara pensou um pouco.

— Você não vai avisar o Tio Henrique?

— Eu já o avisei antecipadamente.

— Quê? — Naiara arregalou os olhos. — Quando?

— Acho que uns três dias atrás.

— E o Tio Henrique concordou?

Afonso guardou a certidão de casamento com o cuidado de quem guarda uma joia, enquanto seus olhos transbordavam alegria.

— Bobinha. Se ele não tivesse concordado, como você acha que eu consegui tirar os documentos da casa dele?

Faz sentido.

— Mas... Afonso...

— Sim? — Afonso virou a cabeça e a encarou, sorrindo. — Como foi que você me chamou?

Naiara parou por um segundo e, ao perceber a provocação, abriu um sorriso envergonhado.

Ela lutou consigo mesma por alguns segundos antes de murmurar baixinho:

— Marido.

Afonso inclinou-se até que seus lábios quase roçassem nos dela.

A voz soou profunda, rouca e absurdamente sedutora.

— Não ouvi.

Naiara mordeu o lábio, sorriu, tomou coragem e cedeu:

— Marido, marido, meu marido! Ouviu agora?

— Ouvi, sim.

Ele capturou os lábios dela imediatamente.

No ápice do beijo, um calor intenso irradiou pelo corpo de Naiara.

Ela percebeu que a respiração dele estava ofegante.

E ela também já estava à beira do descontrole.

Então, Naiara enlaçou os braços no pescoço dele e sussurrou ao seu ouvido:

— Hoje à noite... é a nossa noite de núpcias.

O corpo inteiro de Afonso enrijeceu.

— Acha que já podemos? Quero dizer... como está o seu corpo?

— Eu aguento...

***

Fábio Marques recebeu a mensagem assim que chegou em casa.

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