“Alguns homens perdem o controle no instante em que a mulher começa a rir nos braços deles.”
O verdadeiro problema de passar a noite nos braços de Edward Fitzgerald nunca foi o sexo… foi perceber que, na manhã seguinte, ele ainda olhava para Dayse como um homem perigosamente incapaz de parar.
Edward fechou os olhos com força por um segundo, como se estivesse reunindo o pouco autocontrole que ainda lhe restava. Quando os abriu novamente, o azul estava quase negro de desejo. Sem dizer uma palavra, ele segurou a nuca de Dayse com firmeza e a puxou para um beijo profundo, faminto, que contrastava com a calmaria do café da manhã minutos antes.
O beijo era urgente, molhado, cheio de necessidade.
As mãos grandes dele desceram pelas costas dela por baixo da camisa branca, apertando a pele macia da cintura e subindo até os ombros, puxando o tecido para baixo até a camisa escorregar completamente pelos braços dela, caindo ao redor de sua cintura.
— Você não faz ideia do quanto eu quero você agora… — murmurou contra a boca dela, com a voz rouca e baixa. — Desde que te vi usando minha camisa, só consigo pensar em te tirar essa camisa e te fazer minha novamente.
Edward a levantou pela cintura com facilidade, virando os corpos até deitá-la de costas no colchão. Ele se ajoelhou entre as pernas dela e abriu os botões devagar, expondo o corpo nu dela para ele como uma oferenda.
— Tão linda…. — sussurrou enquanto tocava o corpo dela devagar.
— Ed- Edward…
Ele sorriu e se afastou um pouco apenas para tirar o moletom que usava, revelando o membro viril que já latejava por ela.
Dayse mordeu o lábio ao vê-lo completamente nu outra vez, o corpo grande e musculoso dominava o espaço acima dela.
Edward se abaixou sobre ela, sustentando o peso nos antebraços, e começou a beijá-la novamente. Primeiro a boca, depois o queixo, o pescoço, descendo devagar até os seios. Ele tomou um mamilo na boca, chupando com uma pressão perfeita, circulando a língua enquanto a mão massageava o outro seio. Dayse arqueou as costas, gemendo baixinho enquanto puxava os cabelos escuros dele.
— Edward…
Ele desceu ainda mais, beijando a barriga, os quadris, até chegar ao meio das pernas dela. Abriu suas coxas com as mãos grandes e fortes, expondo-a completamente. Sem pressa, ele lambeu toda a extensão da intimidade dela, devagar, saboreando-a. A língua quente e molhada circulou o clitóris inchado, depois desceu e entrou nela, fodendo-a com a língua enquanto o polegar pressionava o ponto sensível acima.
Dayse segurou os lençóis com força, enquanto movia os quadris contra a boca dele.
— Ahh… Edward… — arfou quase sem fôlego.
Ele intensificou o movimento, chupando o clitóris com mais força enquanto introduzia dois dedos nela, curvando-os exatamente onde sabia que a fazia perder o controle. Dayse gemia cada vez mais alto, já sentindo o corpo trêmulo à beira do orgasmo.
— Goza pra mim, pequena… — ordenou contra sua pele molhada, com a voz grave vibrando nela. — Quero sentir você gozando na minha boca.
Dayse explodiu num orgasmo violento enquanto Edward continuava lambendo devagar, prolongando o prazer até o último tremor.
Quando Dayse finalmente parou de tremer, ele se ajoelhou no centro da cama puxando Dayse para o colo dele com facilidade, fazendo com que ela ficasse de frente para ele, montada em suas coxas fortes. As pernas dela se abriram ao redor dele, enquanto os joelhos afundaram no colchão.
— Vem aqui… — murmurou rouco contra a boca dela.
Dayse mal teve tempo de respirar. Edward segurou o membro com uma mão, posicionando a glande na entrada molhada dela. Com a outra mão na cintura dela, ele a puxou para baixo ao mesmo tempo em que empurrou o quadril para cima fazendo Dayse gemer ao sentir a invasão súbita e profunda.
Ele a preencheu completamente de uma só vez, esticando-a de forma deliciosa.
— Ahh… Edward! — exclamou com a voz falhando de prazer.
Agora de joelhos, Edward segurou a cintura dela com um braço forte, envolvendo quase toda a circunferência, enquanto a outra mão subia pelas costas dela, puxando-a mais para perto do seu peito. Dayse começou a subir e descer devagar no colo dele, sentindo cada centímetro dele deslizar para dentro e para fora.
Edward não ficou parado.
Ele começou a subir o quadril de encontro ao dela a cada descida, fazendo os corpos se chocarem num som molhado e obsceno.
— Assim… porra, assim mesmo — grunhiu com os olhos semicerrados de prazer, observando o rosto dela se contorcer de prazer.
Dayse jogou a cabeça para trás, deixando os cabelos úmidos de suor, cair pelas costas enquanto ela rebolava, subia e descia com mais intensidade. Seus seios roçavam contra o peito largo dele a cada movimento. Edward segurava sua cintura com força, guiando o ritmo, subindo o quadril com estocadas precisas e potentes que acertavam fundo dentro dela.
O prazer crescia rápido e intenso.
Os gemidos de Dayse ficavam cada vez mais altos e descontrolados.
— Edward… eu vou… — ela avisou, com a voz entrecortada.
— Goza comigo, pequena — ordenou rouco, acelerando ainda mais. — Quero sentir você me apertando enquanto me derramo dentro de você.
O orgasmo os atingiu quase ao mesmo tempo.
Dayse cravou as unhas nos ombros dele e gritou o nome dele enquanto o corpo todo tremia. Edward enterrou o rosto no pescoço dela, gemendo grave e profundo enquanto se derramava dentro dela.
Edward continuou se movendo devagar, prolongando o prazer dos dois. Quando os corpos finalmente pararam de tremer, ainda dentro dela, um sorriso preguiçoso e satisfeito surgiu em seus lábios. Ele acariciou lentamente as costas nuas de Dayse com a palma da mão, traçando a coluna dela com carinho enquanto observava o rosto corado.

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